Uma Tocha na Escuridão – Sabaa Tahir

91Q+rspGo8L

  •    Autor: Sabaa Tahit
  •    Editora: Verus
  •    Nº de Páginas: 434
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2017
  •    Título Original: A Torch Against the Night
  •    Tradutor: Jorge Ritter

   Avaliação: 8,5

Preciso mesmo dizer que qualquer novilho que se atreva a ler essa resenha antes de ler Uma Chama Entre as Cinzas será açoitado? Acho que não.

O segundo livro da história épica e eletrizante sobre liberdade, coragem e esperança. Ambientado em um mundo brutal inspirado na Roma Antiga, “Uma Chama Entre as Cinzas” contou a história de Laia, uma escrava lutando por sua família, e Elias, um soldado lutando pela liberdade. Agora, em “Uma Tocha Na Escuridão”, ambos estão em fuga, lutando pela vida. Após os eventos da quarta Eliminatória, os soldados marciais saem à caça de Laia e Elias enquanto eles escapam de Serra e partem numa arriscada jornada pelo coração do Império. Laia está determinada a invadir Kauf, a prisão mais segura e perigosa do Império, para salvar seu irmão, cujo conhecimento do aço sérrico é a chave para o futuro dos Eruditos. E Elias está determinado a ficar ao lado dela – mesmo que isso signifique abrir mão da própria liberdade. Mas forças sombrias, tanto humanas quanto sobrenaturais, estão trabalhando contra eles. Elias e Laia terão de lutar a cada passo do caminho se quiserem derrotar seus inimigos: o sanguinário imperador Marcus, a cruel comandante, o sádico diretor de Kauf e, o mais doloroso de todos, Helene – a ex-melhor amiga de Elias e nova Águia de Sangue do Império. A missão de Helene é terrível, porém clara: encontrar o traidor Elias Veturius e a escrava erudita que o ajudou a escapar… e acabar com os dois. Mas como matar alguém que você ama desesperadamente?

————————————————————————————————————————————————

Sabe aquele livro que deixa um vazio depois que acaba? Aquela história que fica te atormentando dias depois de ter sido virada a ultima página? Pois é, esse é o mundo pós-Uma Tocha na Escuridão. Adiei começar a leitura de A Court of Wings and Ruin só pra não arriscar perder alguma coisa na hora de escrever essa resenha.

Acho que a nota seria maior se o meio não tivesse sido tão parado, fiquei entediada e a leitura demorou a fluir. Mas há muita coisa digna de nota, ou melhor, muitos personagens:

O Imperador Marcus, por exemplo, está se metamorfoseando em Joffrey Baratheon não tão lentamente assim e Cersei, digo, a Comandante atingiu novos níveis de maldade. Sim, é possível.

i-choose-violence

Sei que devo ter pegado implicância com a Laia no primeiro livro, mas não consigo acabar com a sensação de que os outros personagens fazem mais por ela do que ela faz por eles. Pedir para todo mundo arriscar o pescoço não conta! Desculpa pessoal que ama ela, mas eu simplesmente revirava os olhos quando ela fazia alguma coisa legalzinha, enquanto todo o resto estava sendo extraordinário.

Por falar nisso, Elias é confrontado com uma verdade que muitas pessoas não conseguem enxergar. Ele não é responsável por todo mundo, e ele precisa libertar as pessoas a sua volta de seu cuidado. É, parece complexo né? Como cuidado pode ser algo ruim? Bem, por exemplo, quando você não deixa sequer a pessoa sentir a própria culpa e lidar com a própria tristeza. Você tira as escolhas dela ao tentar absorver tudo para si. Ninguém sai ganhando com isso…

Helene segue sendo a personagem mais interessante. Enquanto Elias e Laia tem objetivos bem definidos, não há como saber o que Hel fará. Quero dizer, a vida dela não está nenhum piquenique no parque, mesmo sendo a Águia de Sangue. De uma ponta temos Elias, seu melhor amigo, amor da sua vida, aquele com quem partilhou o melhor e pior de Blackcliff e esteve ao seu lado nas primeiras mortes. Do outro extremo da balança há o Império, aquela entidade que requer lealdade a todo custo para continuar a existir e também sua família, sua gens.

Eu sei qual escolheria. E vocês?

Aliás, sabe aquele quadrado amoroso que mencionei na primeira resenha? Ele mudou um pouco de configuração, pode até ter virado um pentágono [!!!], mas continuo sem saber quem vai ficar com quem e pior, quem EU QUERO que fique junto! Sério, até agora eu não consegui me decidir, a unica coisa que exijo é um final decente para a Helene e o Elias, que eles sejam felizes de um jeito ou de outro!

arwen-hope

Finalmente temos respostas para o que realmente está rolando nessa história toda, perguntas feitas em Uma Chama Entre as Cinzas respondidas somente agora. Valeu a pena a espera, gosto de tramas cruéis e cheias de maquinações, não me decepcionei.

Se você gostou um pouquinho, tolerou, adorou ou amou com todas as suas forças de aspirante a Máscara Uma Chama Entre as Cinzas, você PRECISA desse livro na sua vida! Terminei ele com aquela ponta de desespero que me assolou no primeiro livro, por saber que vai demorar pra ter o terceiro em mãos! #socorro #sofro

18catidb7dgr1gif

xoxo e bom fim de semana!

P.S.: Depois fui descobrir que há mapas dos domínios e até de Blackcliff na edição americana. Fiquei muito frustrada, pra dizer o mínimo, eu tinha imaginado tudo ao contrário… valeu Verus, por achar que mapas são opcionais.

61

Foto retirada da internet.

Anúncios

Uma Chama Entre as Cinzas – Sabaa Tahir

capa - uma chama entre as cinzas - resenhas - blog de livros

  •    Autor: Sabaa Tahir
  •    Editora: Verus
  •    Nº de Páginas: 432
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2015
  •    Título Original: An Ember in the Ashes
  •    Tradutor: Jorge Ritter

   Avaliação: 8,5

Laia é uma escrava. Elias é um soldado. Nenhum dos dois é livre. No Império Marcial, a resposta para o desacato é a morte. Aqueles que não dão o próprio sangue pelo imperador arriscam perder as pessoas que amam e tudo que lhes é mais caro. É neste mundo brutal que Laia vive com os avós e o irmão mais velho. Eles não desafiam o Império, pois já viram o que acontece com quem se atreve a isso. Mas, quando o irmão de Laia é preso acusado de traição, ela é forçada a tomar uma atitude. Em troca da ajuda de rebeldes que prometem resgatar seu irmão, ela vai arriscar a própria vida para agir como espiã dentro da academia militar do Império. Ali, Laia conhece Elias, o melhor soldado da academia — e, secretamente, o mais relutante. O que Elias mais quer é se libertar da tirania que vem sendo treinado para aplicar. Logo ele e Laia percebem que a vida de ambos está interligada — e que suas escolhas podem mudar para sempre o destino do próprio Império.

————————————————————————————————————————————————

Facilmente reconhecido também como Tempestade de Emoções, Uma Chama Entre as Cinzas fez exatamente isso comigo. Senti receio, agitação, pânico, ansiedade, repulsa, desgosto, alegria, mais ansiedade, raiva, indignação. É claro que amei.

A história de Laia, a garota pobre de uma nação escravizada, e Elias, o menino de ouro de um sistema violento está longe de ser óbvia. Ela fala de esperteza, determinação, do que o coração realmente quer e se isso vale a pena ou não. Se é digno morrer pela leveza de seu coração.

A ambientação obviamente inspirada no Império Romano é maravilhosa. Qualquer fã de história vai pescar os costumes e valores que transportam qualquer um para aquela atmosfera grandiosa. Para a nossa alegria tem mágica também, ou indícios de magia, e o bom e velho fanatismo religioso.

Eu amei como Elias é um rebelde na alma, nos mais profundo lugar de seu ser, mas morre de medo de ser descoberto. Ele quer enfrentar a mãe, a pior pessoa no mundo literário, atrás apenas de Joffrey Baratehon, porém tem tantas coisas a considerar. Principalmente sua melhor amiga.

Helene não tem tantas oportunidades de mostrar sua voz na trama, mas é tão fascinante quanto qualquer um dos protagonistas. Ela é uma garota militar, ela acredita piamente no que faz e na superioridade do Império Marcial, tanto que deixou até mesmo de enxergar os escravos como seres humanos e recebeu de braços abertos a vida que a academia lhe proporcionou. Ainda assim ela se resigna muito quando o assunto é Elias, aceitando que sempre estará em segundo lugar em relação a ele, o que só me deixou mais interessada no que iria lhe acontecer.

E no lado oposto dessas pessoas violentas temos Laia. Ela pode ser um pouco cansativa no inicio, acho que perdi o pouco de paciência que tinha com personagens se martirizando, repetindo o quão ruim elas são, o quão covardes. É, realmente ela não foi um exemplo de coragem no começo, mas também não foi burra. É com o passar das páginas que vemos o esforço que ela vai fazendo para se livrar o pavor, do terror físico e mental que a nova vida como escrava oferece. E pra ajudar temos a mãe do Elias, e diretora da academia, para ser terrivelmente cruel.

É sério, ela é MUITO, MUITO, MUITO RUIM.

Conseguiu uma vaga na categoria de vilões realmente odiados, ela deve ter criado Ramsay Bolton desde pequeninho e ensinado tudo pra ele.

Sim, nós temos um triângulo com quatro lados romântico que é uma verdadeira loucura. Juro que terminei o livro e ainda não sei que casais eu quero que fiquem juntos. Um ESCÂNDALO. Ele não é óbvio e chatinho, o que sinceramente poderia te matado o livro todo. Só ajudou a deixar a história ainda mais empolgante.

Em algum lugar eu li que esse seria um stand alone. Talvez meu coração tenha perdido uma batida ou duas nesse momento. Então a autora confirmou a continuação A Torch Against The Night pra esse ano e tudo ficou bem novamente. Quero dizer, na medida do possível agora que estou salivando pela espera!

Uma Chama Entre as Cinzas era uma das leituras mais esperadas de 2016 e agora se tornou uma das leituras mais adoradas também, não sei o que vocês estão fazendo ai ainda que não começaram a devorar esse livro…

xoxo

Os Garotos Corvos – Maggie Stiefvater

Os Garotos Corvos (AR)

  •    Autor: Maggie Stiefvater
  •    Editora: Verus
  •    Nº de Páginas: 376
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2013
  •    Título Original: The Raven Boys
  •    Tradutor: Jorge Ritter

   Avaliação: 8,0

Todo ano, na véspera do Dia de São Marcos,­ Blue Sargent vai com sua mãe clarividente até uma igreja abandonada para ver os espíritos daqueles que vão morrer em breve. Blue nunca consegue vê-los — até este ano, quando um garoto emerge da escuridão e fala diretamente com ela. 

Seu nome é Gansey, e ela logo descobre que ele é um estudante rico da Academia Aglionby, a escola particular da cidade. Mas Blue se impôs uma regra: ficar longe dos garotos da Aglionby. Conhecidos como garotos corvos, eles só podem significar encrenca.

Gansey tem tudo — dinheiro, boa aparência, amigos leais —, mas deseja muito mais. Ele está em uma missão com outros três garotos corvos: Adam, o aluno pobre que se ressente de toda a riqueza ao seu redor; Ronan, a alma perturbada que varia da raiva ao desespero; e Noah, o observador taciturno, que percebe muitas coisas, mas fala pouco.

Desde que se entende por gente, as médiuns da família dizem a Blue que, se ela beijar seu verdadeiro amor, ele morrerá. Mas ela não acredita no amor, por isso nunca pensou que isso seria um problema. Agora, conforme sua vida se torna cada vez mais ligada ao estranho mundo dos garotos corvos, ela não tem mais tanta certeza. De Maggie Stiefvater, autora do aclamado A Corrida de Escorpião, esta é uma nova série fascinante,­ em que a inevitabilidade da morte e a natureza do amor nos levam a lugares nunca antes imaginados.

————————————————————————————————————————————————————————————————–

Como vocês devem imaginar, eu tenho uma verdadeira Muralha da China pra resenhar, porque, apesar de ser a pior blogueira da face das galáxias/dimensões/Nárnias, continuei uma leitora mais ou menos dedicada. Entenda-se “li pouco, não nego, leio mais quado puder.” O Garotos Corvos não foi o último livro que li e normalmente não o resenharia sendo assim, mas ele continua tao vivo na minha mente que não tem por que não mandar ver. Então, vamos a uma pequena prévia das minhas emoções:

Livro novo da Maggie: EU QUERO EU QUERO

(insira trilha sonora aqui) Ahhh moleque, bora ler livro da Maggie!

Eu aaaaaaaaaaaamo tanto o fato da Maggie (sim, somos intimas na minha cabeça) criar coisas pouco convencionais e mágicas. Ela pode pegar qualquer lenda existente, dar um banho de literatura jovem nela e voilá! Temos uma estória incrível e dinâmica, bem ao gosto de quem não tem muita paciência pra introduções longas. E mais! Os 1.000.000.000.000.000 primeiros leitores levam, totalmente de grátis, diálogos naturais e inteligentes entre Blue e Gansey! Esqueça aquela baboseira mecânica que vem praticamente enlatada, agora você pode aproveitar o melhor de conteúdo e apresentação num só produto! (Leu isso com a voz do locutor da Polishop? Ótimo)

Bem, essa belezura é vista pelo ponto de vista de Blue, Gansey e Adam, apesar de ser narrada em terceira pessoa. Gostei dessa nova incursão da Maggie, Lobos de Mercy Falls e A Corrida de Escorpião (livro favorito de 2012)  são em primeira pessoa, então, tecnicamente, te mostram mais a fundo o que se passa com cada personagem. Porém a Maggie é tão Maggie que não deixa dever em nada nesse quesito, fica até mais confortável de se ler.  Só não estranhe termos outros dois Garotos Corvos bem expressivos, Noah e  Ronan, mas não haver o ponto de vista deles, prometo que isso se explica ao longo do livro.

Apesar de haver amor verdadeiro na sinopse, devo dizer que Os Garotos Corvos não é um livro romântico.  Não que não tenha um casal, ou dois, ou um e meio, se é que você me entende, mas o foco são as linhas ley, a busca de Gansey pelo sobrenatural e a luta de Blue contra exatamente isso, o misticismo da sua família. Veja o que acontece com a moça, ela vive cercada de videntes e médiuns de todos os tipos desde que nasceu, sua família conhecida é composta por médiuns poderosas, e praticamente todas as pessoas próximas são capazes de fazer alguma coisa muito legal. Menos ela.

Na verdade Blue tem o poder de aumentar o poder dos outros, o que para os outros é muito bacana, para ela é algo muito injusto.

Não que ela vá passar o livro todo choramingando por isso, como algumas mocinhas fazem (o que deve ser um tipo de super poder também), a Blue tem mais o que fazer, como por exemplo entrar de cabeça na busca de Gansey e ficar obcecada pelos meninos. O único problema para mim foi a mudança de foco. O começo tratava de Blue, a profecia em sua vida e depois… necas desse assunto! Era só Garotos Corvos isso, Garotos Corvos aquilo! Ela passou de personagem principal a elenco de apoio muito rápido. Okay, o nome do livro é Os Garotos Corvos, mas pela sinopse não é de se esperar mais dela?

De qualquer forma esse é um livro sombrio, com um toque de bizarro e uma atmosfera que eu não esperaria ver toda junta. A adolescência americana misturada com ocultismo e aquele apêndice, bem do nada mesmo, de um rei celta deixa tudo meio esquisito, o que, na minha opinião, é sempre bem vindo. Leia Os Garotos Corvos se você está afim de se surpreender, sair da mesmice, adquirir um pouco de cultura inútil ao simplesmente mergulhar numa boa estória contada por quem sabe o que está fazendo.

Por último: blogueira, você está afim de ler a continuação, The Dream Thieves?

Boa semana pra todo mundo!

xoxo

Sereia – Tricia Rayburn

"me gusta a capa que brilha..."

  •   Autor: Tricia Rayburn
  •   Editora: Verus
  •   Nº de Páginas: 306
  •   Edição: 1
  •   Ano: 2011
  •   Título Original: Siren
  •   Tradutor: Valéria Lamim Delgado Fernandes
  • Avaliação: 8,0
Vanessa Sands, de 17 anos, tem medo de tudo – do escuro, de altura, do mar –, mas sua destemida irmã mais velha, Justine, está sempre por perto para guiá-la a cada desafio. Até que Justine vai mergulhar num precipício uma noite, perto da casa de veraneio da família em Winter Harbor, e seu corpo sem vida aparece na praia no dia seguinte. Os pais de Vanessa tentam superar a tragédia retornando à vida cotidiana em Boston, mas ela sente que a morte da irmã não foi acidental. Depois de descobrir que Justine estava escondendo diversos segredos, Vanessa volta para Winter Harbor, esperando que Caleb, o namorado de sua irmã, possa esclarecer algumas coisas, mas o garoto está desaparecido. Logo, não é apenas Vanessa que está com medo. Winter Harbor inteira fica em alvoroço quando outro corpo aparece na praia, e o pânico se instala à medida que a pequena cidade se torna palco de uma série de acidentes fatais relacionados com a água, em que as vítimas são encontradas sorrindo horrivelmente de orelha a orelha. Vanessa e Simon, irmão mais velho de Caleb, unem forças para investigar os estranhos acontecimentos e, no caminho, a amizade de infância se transforma em algo mais. Conforme eles vão encontrando ligações entre a morte de Justine e a súbita erupção de afogamentos assustadores na cidade, Vanessa descobre um segredo que ameaça seu romance com Simon – e que vai mudar sua vida para sempre.
Ganhei o livro e pensei com os meus botões: ‘seria esse mais um teenagewaste?’
Não, com certeza não, esse é um dos livros que fazem parte da galeria dos ‘Te peguei!!’
Não posso contar muito mais do que já está na sinopse, iria estragar algumas boas surpresas, por isso irei me ater à impressão que tive.
Você achava que iria enveredar pelo mesmo caminho sórdido e monótono de tantos outros e já começa a leitura desanimée. Mas aí a história te surpreende, é até meio trash, e eu amo histórias trash. Então fiquei um tempão com a história na cabeça e sai contando pra todo mundo como o livro era incrível, maravilhoso e brigadeiro. Todo mundo mesmo!
Acontece que eu devia estar muito empolgada, então quando alguns dos leitores influenciados pela minha empolgação vieram tirar satisfação, eu fiquei numa situação embaraçosa. Sério EU GOSTEI MESMO DO LIVRO!

Forever Alone

Mas no final todos eles Patricia Nedina deram 4 estrelas e estão esperando pela continuação tanto quanto eu! Há, you’ll come to the dark side to.O ponto forte dele é que faz sentido além de ser sobre sereias. Calma, não estou dizendo que vou sair pelas praias com rede e arpão na mão, só que do começo ao fim a autora vai te dando dicas e mais dicas que vão se encaixando perfeitamente fazendo você pensar ‘Como não imaginei isso antes?!!’ da metade em diante. Ou seja, ela não sai jogando soluções inventadas quando bem precisa…Adorei a Vanessa, ela é ligada nos outros, esperta e não tem tempo para ‘ó céus,ó vida’. Ela corre atrás e pronto. Mesmo morrendo de medo. E fazendo burradas…
Simon apesar do nomeé um ótimo mocinho, não é exessivamente meloso nem purpurinado, ele é real. Se expressa como um garoto de verdade faria e nem por isso é um chato.As sereias?… vamos apenas dizer que a Ariel não tem mais vez. Olha que eu adorava a ruivinha, mas com elas jogando no time do mal a coisa ficou bem interessante. Deu um toque macabro e um pouco de bom suspense saber cada vez mais sobre elas na estória.
Há quem diga Nedina que o final foi meio forçado, mas como eu disse, o livro é meio trash… então achei que se enquadrou bem. Experimentem a leitura e me digam o que acharam do fim!
Quero muito ler o próximo.Livro recomendadíssimo!