New on My Bookshelf… Vol 5 (it’s alive!)

O Ministério dos Blogueiros adverte: esse post é LONGO. Se estiver interessado apenas na estréia de Jogos Vorazes dê: Ctrl+F 23 de março.

Sim! Isso ainda existe! Sim, a última vez que fiz um NOMB foi ANO PASSADO! Sim! Eu me envergonho em admitir! Sim, a ultima parte foi mentira!

Gentes, desculpa, mas quem acompanha o blog já deve ter percebido a falta de fotos originais ou algumas muito meh, é que até então eu estava sem minha tão adorada câmera… ainda estou, na verdade, mas minha tão adora mãe finalmente emprestou seu celular pra mim. Ela não fez isso antes porque tinha um certo receio saudável de que eu fosse sequestrar o bichinho e não devolver nunca mais.

Yeap, as mães nos conhecem bem.

"Mas mããããe foram só algumas fotinhas, eu já ia devolver!"

Fato.

Então, como faz muito tempo que postei o último NOMB, minhas biblioteca aumentou, felizmente!! Achei que botar todos os livros que ganhei/comprei/recebi de parceria desde dezembro ia ser meio cansativo… por isso selecionei os doze últimos. Com vocês meus novos filhotes e uma gata muito com mania de grandeza:

A editora Novo Conceito arrebentou mais uma vez ², os kits que recebi são maravilhosos e vocês logo, logo vão vê-los nas promos que estou tramando.

Já resenhei o A Ascensão do Governador aqui e já contei um pouco do que espero para Irmandade e Delírio aqui.

Silêncio, o terceiro volume da série Hush Hush da Becca, merece aqui uma atenção especial: Natys, ‘brigada pelo presentão! Sua linda! A parsa do Vire a Página me mandou esse livro de aniversário e passatempo, já que a embalagem necessitava de um sabre de luz estilo Darth Maul para ser aberta… mesmo assim eu te adoro, viu, aguarde uma surpresa à altura lá em Agosto!

Destinada é o nono volume da História Sem Fim (a.k.a. House of Night); Terra dos Sonhos, o terceiro do spin-off de Os Imortais, Riley Bloom; Impiedosas é o 7º livro da incrível série Pretty Little Liars, se você ainda não leu nenhum: ma che? Vá garantir seu Maldosas e aproveite para dar uma conferida na série de TV, é muito boa também. Recomendados.

E, antes que alguém me pergunte: sexta-feira, dia 23 de março.

"A qualquer hora que eu dissesse uma palavra começando com 'H'..."

"... eu diria Hunger Games."

"Tipo, eu estou tão Hunger Games por estar aqui!"

"Happy. Desculpa, está na minha mente."

É tão verdadeiro que redefine verdade nos dicionários.

Fui a quarta da fila de cem metros e 2 horas na estréia de Hunger Games. Vi garotas encenando a Arena por posteres do Josh e do Liam. Vi mães de todas as idades vestidas com camisetas do Tordo. Esperei que os Pacificadores aparecessem pra botar a criançada na linha. Tive um mini-infarto quando finalmente nos deixaram entrar.

Não quero estragar suas surpresas, mas te recomendo fortemente que vá assistir HG. Minha experiência no cinema pode se resumir a seis imagens:

Quando o filme começou:

Quando a Katniss se voluntariou:

Quando a parte da Arena começou:

Quando a Rue morreu:

Quando a Kat e o Peeta ganharam:

Quando eu lembrei que vai demorar pra vir o próximo:

Meu médico recomendou que eu assistisse pelo menos mais três vezes até estar pronta para suportar a espera de Em Chamas. Eu não confio em médicos. Vou assistir mais seis.

Boa semana pra vocês!

xoxo

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The Walking Dead, fim da 2ª temporada.

Hey pretties! Essa semana tivemos dois super season finales para chafurdar: Pretty Little Liars e The Walking Dead. Preciso muito falar do segundo com vocês.

Atenção: Esse post contém conteúdo inapropriado para telespectadores desatualizados. Se não se sentir confortável com a ideia clique aqui.

O Ministério dos Blogueiros adverte.

Domingo, o episódio Beside the Dying Fire, da série milionária The Walking Dead, foi ao ar. Tudo muito tranquilo, aconteceu quase nada, os zumbis nem chegaram perto da fazenda e ninguém morreu… só que ao contrário.

Querem o vídeo promo dele?

OLHA PRA TRÁS, RICK!!!!!! PELOAMORDEDEUS, OLHA PRA TRÁS!!

A primeira questão que salta da tela: De quem é o helicóptero que aparece logo no começo do episódio? (E que já havia aparecido lá atrás na primeira temporada) Não é barato botar um daqueles no ar, quem quer que seja seu dono tem combustível de sobra. Seria o governo? Mas se é o governo, por que eles não se pronunciam? Por que não ajudam as pobres almas sobreviventes correndo por ai? POR QUE??

Segundo ponto: zumbis migrando? Ou estavam apenas num modo automático? Eles estão ficando mais inteligentes? Olha, se sim, f***u.

A fuga da fazenda serviu principalmente para vermos em que ponto os personagens estão. Obviamente a tensão foi constante desde o primeiro capitulo, mas essa situação era diferente. Todos já estavam saturados de traumas e todos estavam nos limites da sanidade. Naquele clima de ‘cada um por si’ do ataque da fazenda, as pessoas que realmente se importavam com o grupo apareceram. E foi uma grande surpresa.

Quem imaginava que a Andrea ia botar o dela na reta para salvar Carol, ela podia ter continuado segura e bonitinha dentro do carro, mas não. Enquanto a maioria virou fumaça assim que os primeiros walkers chegaram perto demais, ela saiu para ajudar. O que foi isso? São Dale operando milagres do além-túmulo, na minha opinião.

Falando da Carol, aquela tetéia, ela quase fez o impossível. No último episódio praticamente conseguiu roubar da Lori o posto de megera odiosa da série. Como? Fazendo tudo aquilo o que ela condenou antes: insistindo para que a Lori deixasse Carl, largando Andrea sem nem olhar pra trás, incitando Daryl (sou team Daryl desde pequenininha) a cair fora com ela, questionando os esforços de Rick… Não que Carol não tenha motivos para estar abalada, mas de todos os personagens, foi ela quem recebeu mais ajuda do grupo. Daí ela decide que é hora de mandar todos pro espaço? Parabéns Carol, contamos com você.

Mas seria injusto com Lori, afinal ela se esforçou tanto pra manter esse posto, né? Só porque, no último episódio, seu show pela morte de Shane não chegou aos pés do ‘Do something!’ da Carol, ela não iria levar essa pra casa?? Não! Nós reconhecemos seu valor, querida!

Lori, onde está o Carl?

Quando os sobreviventes conseguem fugir do ataque, vem a hora do balanço geral. Patricia e Jimmy não conseguiram escapar, o que não é exatamente surpresa, eles não tem papéis expressivos na série (eu imaginei que T-Dog também fosse dessa pra melhor pelo mesmo motivo…). A parte critica é saber que perderam a fazenda. Depois de tanto tempo desfrutando de uma falsa comodidade, serem lançados de volta à estrada, sem provisões, abrigo e combustível tem efeito imediato. Todo mundo go crazy!

Começam as brigas, o Rick revela seu segredo, Lori faz mimimi, Carol dá uma revoltada… e enquanto isso, minha mente gritava uma coisa só:

O QUE ACONTECEU COM A ANDREA?

Ela correu, ela correu por um dia inteirinho!

Me deu um aperto na garganta ver o desespero dela. Só de olhar pra cena você já sabe que a coitada não tem a MINIMA chance, os walkers simplesmente não param de persegui-la.

Dai eu me conformei, né? Já mataram o Dale, não custa matarem a Andrea também. Quem vai ser o próximo? Daryl?! E dep… Ih, espera, olha lá, parece que ela vai conseguir, são só mais três zumbis. Pegou um.

Pegou outro! Vai garota!! NÃO, caiu no chão, desarmada, lógico. Não quero olhar, ele vai comer o braço dela!!! Ahhh! ELE VAI COMER O BRAÇO DELA!!!!!

AHHHH!!!!!

 Ma che?? Andrea foi salva! Por Michonne!! Até eu que nunca li as HQs de Walking Dead sei que Michonne é uma das personagens mais fantásticas da trama! E agora? Elas vão se juntar? Michonne vai matar Andrea? Andrea vai matar Michonne?? Elas vão matar todos os zumbis??

Ufa.

Emoção demais em curto espaço de tempo. Mas não acabou. Rick finalmente cansa de ser bonzinho. Cansa de se virar em quatro para resolver os problemas de todo mundo e ainda ser malhado por isso. Ele deixa bem claro que quem quiser cair fora, que vá, boa sorte lá fora, mande um cartão postal. É um passo grande, porém muito necessário, sem disciplina o grupo não sobreviveria dois dias e ninguém sabe o que realmente vem por aí. Estava sentindo falta de uma atitude dessas lá atrás, depois do incidente com o celeiro, ou até antes, mas antes tarde do que nunca, certo?

É isso aí, Rick! Mostra pra eles quem manda!

Well, a terceira temporada vai ao ar em Outubro desse ano, sem dia certo ainda. Com certeza será uma das estreias mais aguardadas do semestre! Enquanto isso vamos debater um pouco, defender o Rick, comentar as melhores quotes, falar mal da Lori, tentar adivinhar o que está nos esperando e trocar figurinhas!

Até lá!

xoxo

Para saber mais sobre The Walking Dead, confira a resenha do livro A Ascensão do Governador, título da Galera Record, escrito pelo autor das séries HQ e televisiva, Robert Kirkman. É só clicar na imagem.

The Walking Dead (Livro e Série de TV)

  •   Autor: Robert Kirkman & Jay Bonasinga
  •    Editora: Record
  •    Nº de Páginas: 361
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2012
  •    Título Original: The Walking Dead: Rise of the Governor
  •    Tradutor: Gabriel Zide Neto
  •    Avaliação: 8,0
No universo de The Walking Dead não existe vilão maior do que o Governador, o déspota que comanda a cidade de Woodbury. Eleito pela revista americana Wizard como “Vilão do ano”, ele é o personagem mais controvertido em um mundo dominado por mortos-vivos. Neste romance os fãs irão descobrir como ele se tornou esse homem e qual a origem de suas atitudes extremas. Para isso, é preciso conhecer a história de Phillip Blake, sua filha Penny e seu irmão Brian que, com outros dois amigos, irão cruzar cidades desoladas pelo apocalipse zumbi em busca da salvação. Originalmente, The Walking Dead é uma série de quadrinhos publicada desde 2003 e vencedora do Eisner Award. Em 2010, os quadrinhos foram adaptados para o seriado homônimo The Walking Dead já bateu diversos recordes de audiência nos Estados Unidos e foi finalista em várias categorias no 68º Golden Globe Awards, incluindo Melhor Série Dramática de TV. 
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Nunca havia ouvido falar do universo The Walking Dead. Juro. Daí, como vi que esse livro serve como prequel para os quadrinhos e série de TV, preferi continuar na santa ignorância, para poder aproveitar o máximo de surpresas possíveis.

Deu certo.

Aliás, deu mais que certo.

Eu simplesmente não consegui dormir depois. Apagar a luz do quarto então? Há, só na próxima encarnação.

“Agora me lembro, blogueira, você tem medo de zumbi, né? Então pra que? Pra que você foi ler esse livro??”

Boa pergunta. Ótima na verdade, deve ser como aquele fiapo solto na blusa, que você puxa um tiquinho e se arrepende na hora, pois está desfiando a blusa inteira. Mas quem disse que consegue parar?

Ler um livro de zumbi foi mais ou menos isso. E rendeu, porque já assisti todos os episódios lançados da série logo após a leitura. (Já, já, falo disso.)

O grande ponto de The Walking Dead – A Ascensão do Governador não é toda a ação, a matança, as tripas, os miolos e o sangue + sangue + sangue², é o efeito que todo esse horror tem sobre as pessoas comuns.

Você, nerdão metido a valente, que acha legal um apocalipse zumbi e que imagina que vai ser super irado sair por ai chutando traseiros apodrecidos, pense duas vezes. A chance desse traseiro ser de alguém que você ama é enorme. Na verdade, provavelmente é o seu traseiro zumbificado que vai ser chutado, é só um toque…

Escapar dos mortos-vivos não é nenhum piquenique no parque, e só de ver todo o esforço que Phillip faz para manter sua filhinha, seu irmão e seu amigo de infância seguros dá na gente uma vontade de sair estocando mantimentos, remédios e armas em casa, porque, vai que, né…

Ainda assim, eles são obrigados a presenciar todo tipo de atrocidade, bem como faze-las. Matar o que um dia foi humano, saber que, o-que-um-dia-foi-humano, quer te almoçar, lutar por comida e passar fome do mesmo jeito, ver quem você ama se afundando num buraco de desesperança… A partir de certo ponto eu meio que desejei que todos os personagens morressem de uma vez! A angústia era tanta, eu via o tamanho do poço em que eles estavam metidos, a loucura sem saída, tudo aquilo quase me fez largar o livro e sair correndo.

Odiei, me fez passar mal. Me viciou completamente.

Depois de terminar o livro foi que percebi, tudo aquilo estava acontecendo para moldar o caráter de um homem bom. Para transformá-lo em algo sem sentimentos, que seria capaz de tudo.

Isso despertou uma certa curiosidade em mim, fiquei imaginando o que as pessoas em geral, fariam numa situação dessas. No livro nós acompanhamos os quatro protagonistas e estamos tão no escuro quanto eles, por isso fui atrás da tão falada série de TV.

The Walking Dead, do mesmo produtor de Exterminador do Futuro, é de certa forma mais leve que o livro, eu mais chorei do que me assustei assistindo. E olha que a maquiagem é perfeita, acreditem! Mas falta algo que a deixe tão visceral quanto o livro. De certa forma isso é bom, provavelmente eles perderiam muita audiência fazendo de outra forma.

O protagonista é Rick Grimes, um policial que acorda depois do coma, no meio da muvuca. Imagina que bacana: num momento você está lá, todo homem-da-lei, tomando um tiro, indo pro hospital, seeem problemas, ossos do oficio… No outro, você está sozinho num hospital cheio de cadáveres mastigados e uma porta lacrada com os dizeres: “não abra, mortos dentro”. Beleza, você sai do hospital anda um pouco e, opa, cadê todo mundo? Tudo está tão abandonado, ah não, ali ao longe está um bom cidadão! “Senhor, senhor.! Hey, você poderia me ajud…”

Você não termina a frase porque, sabe, o bom cidadão está rosnando pra ti, com metade da cara atropelada e aquele cheiro de gorgonzola fora da geladeira…

Enfim, gostei muito da série, são bem mais protagonistas que no livro, mais personalidades e todo tipo de conflito interno e externo que posso imaginar, com o catalizador do apocalipse zumbi. Recomendo.

“The sun ain’t gonna shine anymooooore”

Continuo tendo pavor de mortos-vivos, mas já me sinto mais preparada para um possível ataque.

Xoxo

P.S.: Talvez ter um porão fortificado e energia solar não seja assim uma má idéia…