A Melhor Capa de 2011: Resultado

Vocês votaram e a capa escolhida foi: Bios, da brazuca Luiza Salazar!

Quando Liz abre os olhos, ela se vê nas ruínas de uma cidade. E como se isso não fosse assustador o suficiente, tem mais um detalhe: Ela não se lembra de nada. Completamente perdida e sem nada além de uma mochila com alguns itens pessoais, Liz logo é resgatada por um grupo de adolescentes com ela, apenas para descobrir que eles são refugiados em um mundo onde ser humano é um crime. Uma grande corporação conhecida como O Instituto, responsável por criar vida artificial – no chamado Projeto Bios – está caçando os humanos restantes sob o pretexto de que eles são selvagens e instintivos demais para serem livre. A medida que passa tempo com estas pessoas, perturbada por fragmentos de memórias que não consegue conectar, Liz logo começa a suspeitar que o item do seu passado, aquele que ela não consegue lembrar, pode ser o segredo para a acabar com a guerra. E que o Instituto vai fazer de tudo para ver esse segredo – e ela – enterrados para sempre. 

Bios foi editado pela Underworld e tem resenha dele aqui. A capa maravilhosa, bem como a arte interna e a diagramação, são criações da Marina Avila, uma designer que assina várias capas excepcionalmente criativas!

E agora vamos ao sorteio que rolou entre os comentaristas!

O kit Um Mundo Brilhante de T. Greenwood (Novo Conceito) vai para:

#TodosCorre pra contar os comentários

#TodosPira no scroll

#NatáliaReage ao ver que ganhou

Parabéns Natália! \o/ Já sabe, é só esperar um tiquinho, que eu já entro em contato por e-mail pra pegar seus dados, ok?

Obrigada a todos que participaram, tenham um ótemô fim de semana, até la próxima! (tem outras promos rolando, não se esqueçam)

xoxo

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Bios – Luiza Salazar

Impactou?

  •   Autor: Luiza Salazar
  •   Editora: Underworld
  •   Nº de Páginas: 325
  •   Edição: 1
  •   Ano: 2011
  •   Avaliação: 7,5
Quando Liz abre os olhos, ela se vê nas ruínas de uma cidade. E como se isso não fosse assustador o suficiente, tem mais um detalhe: Ela não se lembra de nada. Completamente perdida e sem nada além de uma mochila com alguns itens pessoais, Liz logo é resgatada por um grupo de adolescentes com ela, apenas para descobrir que eles são refugiados em um mundo onde ser humano é um crime. Uma grande corporação conhecida como O Instituto, responsável por criar vida artificial – no chamado Projeto Bios – está caçando os humanos restantes sob o pretexto de que eles são selvagens e instintivos demais para serem livre. A medida que passa tempo com estas pessoas, perturbada por fragmentos de memórias que não consegue conectar, Liz logo começa a suspeitar que o item do seu passado, aquele que ela não consegue lembrar, pode ser o segredo para a acabar com a guerra. E que o Instituto fará de tudo para ver esse segredo – e ela – enterrados para sempre. 

Já degustaram A Hospedeira, da Stephenie Meyer? Calma, fãs agonizantes! Deixem-me concluir o pensamento… Eu li Bios de uma forma muito semelhante a que eu li A Hospedeira, sob alguns aspectos.

Comecei com toda a alegria do mundo, tinha acabado de devorar Sete Selos, e estava cheia de amor pra dar (Li The Host quando esperava avidamente Breaking Dawn anos atrás). Logo percebi que o começo não estava me cativando, e enrolei uma semana nas primeiras 40 páginas (Tudo bem, no The Host enrolei nas primeiras 150)! Mas eu me recuso a abandonar um livro. RECUSO!

Thanks God i’m brazilian!

Eu gosto de deixar o melhor pro final então, se vocês me permitem, vou primeiro dizer o que me deixou muito puta: A revisão do livro.

Ou a falta dela.

Palavras trocadas, erradas ou simplesmente deletadas permeiam os capítulos. A repetição de expressões e pronomes cansa demais, é quase como se a autora estivesse ansiosa demais para mandar o manuscrito para a avaliação (totalmente compreensível) e apenas passado o olho pelo seu trabalho. Peguei um parágrafo de 3 linhas com 4 ‘ela’!!! E antes que me perguntem, não era por estilo.

Well, agora que eu te joguei um balde de água fria, vou trazer toalhas e um chocolate-quente.

O começo do livro nos traz 4 datas:

4 de Fevereiro de 2018, o Instituto cria vida artificial;

6 de Outubro de 2021, o Instituto expande seu poder e influência com a vacina contra AIDS;

2 de Março de 2022, o número de Bios (humanos artificiais) cresce e o Instituto anuncia a criação de um exército;

13 de Setembro de 2022, o exército Bio ‘remaneja’ os humanos para fora das grandes cidades.

Quando a Liz (estava escrito Liz na sua mochila) é resgatada pelos adolescentes (Liam e Poppy) eles vão para um assentamento muito precário, onde os humanos se escondem da violência dos Bios. Ali conhecemos vários personagens importantes: o maluco/sagaz Otto, o engraçadinho Evan, os gêmeos Adam e James, a amarga vaca Claudia, o troglodita Hammer e descobrimos que Liam é uma espécie de líder para as pessoas da Área 2. A Poppy, sua irmã caçula, é uma coisa fofa. Ela tem 13 anos, mas oscila entre comportamentos infantis e maduros constantemente, resultado de uma vida traumatizante  fugindo do Instituto.

Liz tem vários flashes de memórias e dores de cabeça intensas, mas só se lembra de tudo depois de uma boa luta na Arena, o centro de treinamento e diversão da Área 2, contra Liam, Hammer e Claudia. Ela sai vitoriosa e eufórica mas, antes mesmo de começar a tomar banho, tudo emerge de sua mente. Liz é uma Bio.

Não uma qualquer, ela é a Capitã Elizabeth Rivers, a Sombra, elite dos Lobos de Prata, criada pelo General Thomas Rivers, o 2º homem mais poderoso e cruel do Instituto. Um soldado projetado, calculista, perfeito e assassino. Autora de massacres inimagináveis, completamente enojada do sangue que tinha nas mãos. Uma Bio capaz de ter compaixão.

Certo, nesse momento eu me perguntei, e agora? Tipo, logo de cara nós já temos a identidade de Liz revelada? Assim, assim mesmo??

Reação

Não.

Liz tem que descobrir por que as pessoas do Instituto fizeram de tudo para que ela se esquecesse de uma conversa confusa, porém suspeita, que entreouvira. Por que era tão importante que ninguém soubesse de certos testes sendo feitos por lá? Por que, ao invés de só lhe apagar a memória, não a mataram de uma vez? Por que ela sentia tantas emoções estranhas aos outros Bios? Quem era Elizabeth Rivers de fato?

As cenas de ação são INCRÍVEIS, eu conseguia vê-las claramente e a Liz é muito Phoda, mesmo. Adorei o jeito natural como ela lidava com as situações de risco, dava pra ver que ela tinha sido treinada para aquilo desde os 5 anos de idade. Peguei-me, não uma só vez, exclamando ‘Isso!!’ quando ela acabava com alguém!

Quanto ao Liam… bem… bem. Moreno, de olhos escuros gostoso, ele pensa muito nas pessoas a sua volta e principalmente na sua irmãzinha, o Liam sabe mesmo a responsabilidade que carrega e fará de tudo para manter as pessoas da Área 2 o mais seguras possível. Ele é um ótimo lutador e um líder nato, mas teve horas que eu queria pegar ele pelo pescoço, chacoalhar e gritar ‘SEU TROUXA!! Para de agir assim, a Liz é mais fodástica que você!! Lide com isso!!!’

Sério, dava muita raiva quando ele tinha ataques super-protetores/machões com a Liz, por ela se colocar em perigo. Romântico e frustrante ao mesmo tempo.

A história foi escrita com paixão, você se sente nela, como num filme. Você se interessa e quer desvendar os mistérios antes mesmos dos personagens. Os diálogos são perfeitos, naturais, no ponto certo, coisa difícil de alcançar num livro sem deixar uma coisa sintética e colocada. Acredito que por isso tenha me lembrado tanto A Hospedeira. A Srta Salazar está de parabéns por fazer algo tão bom assim.

Balanço final: leiam.

xo

Sete Selos – Luiza Salazar

Preferência nacional

  •   Autor: Luiza Salazar
  •   Editora: Underworld
  •   Nº de Páginas: 359
  •   Edição: 1
  •   Ano: 2011
  • Avaliação: 8,5

Lara Carver é uma jovem de 21 anos que trabalha para a Agência, um local especializado em estudar, localizar e conter fenômenos paranormais. Um evento inesperado tira Lara do conforto da Agência em Londres e a leva para Paris, onde ela descobre que uma força muito além de qualquer coisa que a Agência já enfrentou assolou a cidade à procura de um artefato milenar. Lara precisa se unir então a um velho amigo e ex-agente, Jason e a um demônio, Lucius, inimigo declarado de Lara desde sua infância, para descobrir quem está atrás do artefato e porque ele é tão importante. No entanto, a jornada de Lara vai lhe mostrar coisas que ela jamais esperava: sobre perigo, amor, amizade e acima de tudo, sobre os estranhos e poderosos segredos do seu próprio passado.

Devo dizer que comecei a leitura de Sete Selos com dois pés atrás. Eu tinha acabado de ler Sete Vidas (quanto 7!) e estava meio escaldada pela péssima experiência.

Mas Sete Selos foi uma ótima surpresa! Estou apaixonada pela Lara, no bom sentido, e pelo Lucius, no melhor sentido.

A Agente Carver é uma profissional talentosa phoda com um pendor para problemas. Logo de cara percebemos isso pelo seu relacionamento com um dos superiores, Arthur Knox. Os dois se desprezam e realmente acham que a Agencia seria melhor sem o outro. Apesar das suas atitudes pouco ortodoxas em campo e da sua recente suspensão, Lara é a queridinha do diretor da Agencia de Londres, Big Nick.

Por isso, quando algo assustador e inexplicável acontece em Paris, Nick convoca Lara e Lucius para investigar. Lucius é um demônio gostoso, filho de Lúcifer, o primeiro anjo caído. Ele também matou o pai de Lara quando ela era pequena.

Apesar de seus protestos, Lara admite que a ajuda do demônio é imprescindível. Só ele tem pistas do que assolou uma catedral em Paris e matou seu bispo.

Aos dois se junta Jason, o melhor amigo gostoso de Lara, ex-agente e ‘filhão’ do Big Nick. Quando os três voltam a Londres para se prepararem para a investigação, uma Gárgula os ataca e destrói parte da Agencia, deixando bem claro que quem quer que tenha atacado a igreja, não os quer se metendo.

Viajando pela Europa, Lara descobre que o responsável é um anjo. E não um anjo qualquer, Gabriel. Ele quer possuir o Livro dos Sete Selos, escrito por Lilith, e assim aniquilar a humanidade.

No meio da história surge Roseanne, uma amiga linda e loira de Jason. Lara sente que deveria desconfiar de suas ótimas intenções, mas a garota é maravilhosa demais para levantar qualquer suspeita. E ela tem coisas mais importantes para se preocupar, o lance todo com o Gabriel, Lucius que a cada dia parece mais encantador e seus horríveis pesadelos que mais parecem visões.

Ela não tem nem ideia de que o buraco é mais fundo do que parece.

Bom, contrariando algumas expectativas, eu amei o livro! Ele tem alguns erros, repetições de palavras e frases muito compridas, sem virgula. Mas eu meio que peguei o ritmo dele, e logo me acostumei ao seu estilo. Sim, a autora pode melhorar algumas coisas, mas só ortográficas porque a estória é impecável.  Senti falta de umas cenas hot com o Lucius (eu disse que me apaixonei por ele), mas vou esperar pacientemente, rs.

#mentira

Até porque quando eu acabei de ler, alguém condenado ao inferno me disse que não tinha continuação, daí eu fiquei ligeiramente assim:

Por que?

Fiquei um tempão me remoendo, doida pra descobrir o telefone da Srta. Salazar e obriga-la a escrever logo a continuação. Alguém sabe quanto custa um telefonema pro Canadá? Até que, felizmente, fui informada de que vai ter um seguimento. #ufas

Abraços e leiam Sete Selos. Já!