Um Olhar de Amor – Bella Andre

  •     Autor: Bella Andre
  •    Editora: Novo Conceito
  •    Nº de Páginas: 265
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2012
  •    Título Original: The Look of Love
  •    Tradutor: Bárbara Menezes

   Avaliação: 7,5

 

Chloe Peterson está tendo uma noite ruim. Uma noite realmente ruim. O machucado grande em sua bochecha pode provar isso. E quando seu carro patina para fora da estrada molhada em direção a uma vala, ela está convencida de que até o cara maravilhoso que a salvou do meio da tempestade deve ser muito bom para ser verdade. Ou ele é mesmo? Por ser um fotógrafo de sucesso que viaja frequentemente pelo mundo, Chase Sullivan tem seu jeito com mulheres bonitas, e quando ele está em casa, em São Francisco, um de seus sete irmãos normalmente está acordado para começar um pouco de diversão. Chase acha que sua vida é ótima do jeito que está — até a noite que encontra Chloe e seu carro destruído na rodovia Napa Valley. Não apenas nunca tinha conhecido alguém tão adorável, por dentro e por fora, mas como também percebe que ela tem problemas maiores do que seu carro batido. Logo, ele será capaz de mover montanhas por amor — e proteção — a ela, mas ela deixará? Chloe prometeu nunca cometer o erro de confiar em um homem novamente. Mas a cada olhar que Chase lança a ela — e a cada carinho doce e pecaminoso — conforme a atração entre eles sai faísca e esquenta, ela não pode fazer nada a não ser se perguntar se encontrou a única exceção. E apesar de Chase não perceber que sua vida mudaria para sempre em um instante, para melhor, ele não é o único a querer lutar por essa mudança. Ao contrário, ele está se preparando para uma luta… pelo coração de Chloe.

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Um Olhar de Amor foi uma leitura surpreendente. É um livro de narrativa ágil e rápida (a estória se desenrola em cerca de cinco dias) e essa rapidez toda pode até ter me incomodado um pouco em certos momentos, mas ainda assim, foi tudo tão despretensioso e gostoso de ler que não vou criar caso por causa disso.

Achei interessante a ligeira troca de papeis dos personagens. Geralmente o homem é pintado como o elemento que não quer saber de compromisso enquanto a mulher tenta de todas as formas fisgar seu coração e, às vezes literalmente, colocar-lhe um belo par de algemas.

O Chase admite logo de cara que era esse tipo de sujeito até pouco tempo, mas, como tudo que é demais, ele cansou. E o que melhor para um cara que decidiu deixar para lá o ‘Não ligo para os sentimentos das mulheres’ do que uma mulher linda aparecendo do nada, com o rosto machucado e todos os sinais de dama indefesa em apuros ligados? Pronto, né? Podemos pular pro felizes para sempre num castelo da Disney? NÉ?

Né?!

Não. Chloe não é a dama indefesa. Ela pode até estar em apuros, mas não é indefesa.

E ai começa a dança entre os dois, com Chase tentando entender como ela não queria aceitar tudo o que ele estava disposto a dar (tudo mesmo) e Chloe tentando se controlar e usar a cabeça ao invés… do coração! Mas já sabemos que nenhum dos dois vai desistir facilmente, a moça tem muito o que provar para si mesma e Chase, bem, a autora não escolheu o nome Chase (caçada em inglês) à toa!

Prepare-se para um livro bem picante mesmo. Enquanto Chase tenta incessantemente vencer as barreiras emocionais de Chloe eles se… conhecem melhor… muitas vezes… o tempo todo! Eu sei que é um romance erótico, mas as coisas ficaram um pouco repetitivas demais e eu comecei a ficar ansiosa para saber mais sobre o ex-marido da Chloe e menos sobre o tanquinho do gato. Crítico, pois é!

De qualquer forma, devo lembrar que é uma estória monumentalmente piegas? Não? Que bom, estamos quites! Eu, sinceramente, deixei de ver problemas nisso.

Então, se você é mulher, provavelmente o período de seu ciclo menstrual durante a leitura vai afetar bastante a sua opinião sobre o livro. Eu me apaixonei, simples assim. Mesmo quando estava toda “Ah, por favor, ninguém fala/age assim!” dois segundos depois ficava toda “Por que ninguém fala/age assim?! Por que??”

Acho que esse é o apelo dos livros de romance por romance, fazem você ficar meio sonhador e mais contente se realmente se entregar à leitura, tipo chocolate. Só que é preciso quebrar o gelo antes e estar aberto para isso, sem preconceitos, do contrário você só vai ficar ranzinza e reclamão com qualquer coisa cor de rosa que aparecer.

Tem até uma pequena menção a Edward e Bella, bem pequena e bem fofa, pra falar a verdade. Enfim, recomendo Um Olhar de Amor se você gosta de livros rápidos. Recomendo se você está afim de entrar na onda dos eróticos, mas não curte um chicotinho. Recomendo se você se derrete por estórias românticas e leves. Enquanto isso, fico por aqui, esperando Por Um Momento Apenas, e imaginando o que mais vai aparecer na vida dos irmãos Sullivan.

xoxo e bom feriado!

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Promoção Sangue & Calor

Duas séries, três livros e uma coisa em comum: vampiros muy calientes!

Gostaram? Eu sei que vocês gostaram! Estive fora por uns tempos, mas, para me redimir, trouxe essa promoção mais que especial valendo:

-Amante Libertada (Irmandade da Adaga Negra #9)

-Irmandade da Adaga Negra, Guia Oficial da Série

-A Ascensão da Meia-Noite (Midnight Breed #4)

Agradeçam à Editora Universo dos Livros que está nessa com a gente! Black Dagger Brotherhood (aqui conhecida carinhosamente com IAN) da americana J. R. Ward  e  Midnight Breed da também americana Lara Adrian são séries de sucesso internacional que super valem a pena conferir!

Para participar você deve:

– Preencher o formulário corretamente;

– Curtir o face do blog e a editora Universo dos Livros;

– Possuir endereço de entrega no Brasil, te imploro;

Eeeee se quer chances extras, você pode:
– Seguir o twitter do blog @AndhromedaG e o da editora Universo dos Livros @univdoslivros
– Seguir o blog através do e-mail (ali no canto direito);
– Divulgar a promoção (até duas vezes por dia) nas redes sociais com a seguinte frase:
 “A @AndhromedaG sabe que gosto de vampiros hot e vai sortear três desses com a @univdoslivros, just saying http://wp.me/p1V7px-AR”
– Comentar nesse post.
Preencha o formulário outra vez para cada uma dessas coisas!

RESULTADO!! (13/12)

O número sorteado foi: 

number

 

 

 

 

E o ganhador é:

Results 

 

Parabéns Andréia! Por favor responda o e-mail que estamos enviando em até 3 dias, ok? Se não obtivermos resposta nesse prazo, um novo sorteio será realizado.

Não ganhou? Não desanime e fique acordado, e participe das outras promoções!

Um lembrete para os engraçadinhos de plantão, fakes não serão contemplados.

A Sangue & Calor estará no ar até o dia 12 de Dezembro e o resultado será divulgado no dia seguinte!

Boa sorte para todo mundo!!

Cinquenta Tons de Cinza – E. L. James

  •     Autor: E. L. James
  •    Editora: Intrínseca
  •    Nº de Páginas: 480
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2012
  •    Título Original: Fifty Shades of Grey
  •    Tradutor: Adalgisa Campos da Silva

   Avaliação: 6,0 + 1,0

Atenção: Se você é verde como o verão (menor de idade) clique aqui e não volte até o próximo post, por favor! O conteúdo é inadequado, seus pais vão ficar bravos comigo e eu vou ser obrigada a pedir aos Outros que te levem pra lá da Muralha. Ninguém quer isso.

Quando Anastasia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja – mas em seu próprios termos…

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“Seus lábios se contraem num sorrisinho.

-Ah, Anastasia Steele, o que eu vou fazer com você?” pág.74

Sabem, eu me perguntei a mesma coisa várias vezes, mas posso garantir que a resposta passa longe do que o Mr. Grey tinha em mente quando dizia isso. Ou não.

Eu tive um professor de Filosofia que gostava de dar pontos extras em suas provas por coisas que não estavam na grade de exigências, porém se sobressaiam no exame. Por exemplo, qualidade textual, boa construção de ponto de vista, originalidade de linha de pensamento, etc. Vou deixar de lado o fato de que, sem esses pontos extras aparentemente aleatórios sóquenão, provavelmente ninguém conseguiria passar na matéria do cara. O livro de E. L. James não tem nada do que meu professor acharia digno de pontuação extra, mas eu ainda penso que dá pra encaixar alguma coisa ali.

Primeiro, quero deixar bem claro meu ponto de vista, e lembrar que blogs são as expressões pessoais de seus autores. Cinquenta Tons de Cinza é um livro extremamente mal escrito. Não digo pela estória, já vamos chegar lá, me refiro literalmente à narrativa da autora. A visão em 1ª pessoa mata o ritmo da leitura muitas vezes e o Império da Pontuação amplia seus domínios como se não houvesse amanhã. Sinceramente, se vivêssemos num mundo utópico, onde todos conhecessem e reconhecessem sua sexualidade de forma aberta e saudável, Cinquenta Tons de Cinza dificilmente sairia da condição de fanfic para se tornar esse sucesso todo.

Mas, obviamente, não vivemos nesse mundo utópico. E é aí que entra o ponto extra para o livro de E. L. James.

O movimento Fifty Shades, a comoção do livro erótico, serviu para uma coisa boa e em larga escala! Sério, só quero dedicar um minuto a mais de pensamento na questão do puritanismo hipócrita da maioria das sociedades e principalmente no Brasil. Aqui nós temos peitos e bundas na TV o dia inteiro, mas não podemos ser vistos saindo de um Sex Shop, muito menos falar de sexo em público sem receber olhares de reprovação e criar aquele climão de constrangimento.

Gente cheia-das-moral assistindo o boneco Marcelinho pela 1ª vez.

Pretties, não estou dizendo pra liberar geral, botar o ninguém-é-de-ninguém, ou coisa assim. Até porque há uma estrada enorme entre sexualidade saudável e promiscuidade e eu não sou nenhuma sexóloga pra me aprofundar no assunto. Porém toda essa ojeriza ao ‘vamos falar de sexo’ tem que acabar e, por acaso, Cinquenta Tons de Cinza ajuda muito virando moda.

Ou ninguém viu a quantidade de gente lendo esse livro em praça pública? A mulherada (a grande massa historicamente oprimida, ou GMHO) se rasgando toda pelo Mr (e que Mr!) Grey? As mídias orgulhosamente se desdobrando pelo livro? Ninguém? Só eu?!

Enfim, vou parar por aqui e retomar a resenha. É, aquela coisa que eu me comprometi a fazer!

O primeiro quarto do livro lembra assustadoramente Crepúsculo. Eu sei,  EU SEI que a origem de tudo foi a estória da Meyer, só estou comentando! Ok, não estou só comentando. Esse primeiro quarto do livro é irreal demais, forçado demais, Anastasia Steele demais!

Faz cinco anos desde que li Crepúsculo, na época ainda não lançado aqui, e sinceramente não me lembro de ter me irritado nem um milésimo com a Bella o tanto que me irritei com Ana. Lógico que minha cabeça era outra, muita água passa debaixo da ponte em cinco anos, mas recordo claramente que a Bella era, de fato, minha personagem preferida da saga.

Já a Ana eu tacaria de bom grado da ponte citada acima.

Na primeira parte do livro a moça não passa de uma personagem de personalidade fraca, praticamente inexistente, perfeitamente dentro do papel de A Submissa. Porque Christian Grey não gosta de só mandar entre quatros paredes, ele faz disso um esporte. E a Ana vai na dele! Meu estomago doía toda vez que ele ordenava coisas do tipo ‘coma toda a sua comida’ ‘venha comigo, agora’ e etc. Exatamente por isso eu tinha patéticos pontos luminosos de orgulho nas raras vezes em que ela o questionava. Patéticos mesmo.

Vou guardar numa gaveta a progressão pessoal de Ana porque, de alguma forma, isso tem total importância no decorrer da estória e seria um spoiler mau, muito mau.

Enfim, toda a qualidade que E. L. economizou durante o começo do livro, ela despejou nas cenas pra lá de quentes entre o casal protagonista e o próprio Grey. Sexo explícito e bem detalhado, em contextos que praticamente faziam as páginas suarem, deram o tom (tá, os tons). E o Chistian, ui Christian!, tem uma característica muito atraente. Ele não é original, tirando suas taras masoquistas, e até um pouco previsível. Sabe o mocinho problemático que tem mais camadas que uma lasanha (ahá, aqui estão os tons!) e completamente irritante de um jeito fofo? Pois bem, ele é delicioso quando bem feito e sempre será.

A autora claramente começa a estória com uma ideia na cabeça e no meio da viagem decide pegar outro caminho, um melhor, ainda bem! Pude dar boas risadas com a imagem da deusa interior e do inconsciente da Ana, verdadeiras entidades que moram na cabeça daquela criatura e que deixam claro para o leitor quem é Anastasia Steele por baixo de toda a lerdeza e inexperiência cômica.

Já li tanto coisa pior quanto melhor, o livro alcança o objetivo de entreter. Ponto. Recomendo para quem está curioso (eu sei que você está!) e quer ficar por dentro dos assuntos dos amigos.

Status final: Se um livro de romance e um filme pornô tivessem um filho, Cinquenta Tons seria o gêmeo malvado que se só aparece no meio da novela.

Boa semana!

xoxo

P.S.: Pra ninguém dizer que não entrei no clima!

#fail

O Beijo da Meia-Noite – Lara Adrian

  •     Autor: Lara Adrian
  •    Editora: Universo dos Livros
  •    Nº de Páginas: 400
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2011
  •    Título Original: Kiss of Midnight
  •    Tradutor: Adriana Fernandes Machado de Oliveira

   Avaliação: 7,0

Atenção: Se você é verde como o verão (menor de idade) clique aqui e não volte até o próximo post, por favor! O conteúdo é inadequado, seus pais vão ficar bravos comigo e eu vou ser obrigada a pedir aos Outros que te levem pra lá da Muralha. Ninguém quer isso.

Um estranho moreno e sensual a observava do outro lado da boate, e foi capaz de despertar as mais profundas fantasias em Gabrielle Maxwell. Mas nada a respeito desta noite – ou deste homem – é o que parece. Pois, quando Gabrielle presencia um assassinato nos arredores da boate, a realidade se transforma em algo obcuro e mortal. Nesse instante devastador, Gabrielle é lançada em um mundo que jamais imaginou existir – um mundo onde vampiros espreitam nas sombras e uma guerra de sangue está para começar. Lucan Thorne despreza a violência de seus irmãos sem lei. Ele próprio um vampiro, é um guerreiro de Raça, e jurou proteger sua espécie – e os humanos imprudentes com quem convivem – da ameaça crescente dos Renegados. Lucan não pode arriscar um relacionamento com uma mulher mortal, mas, quando seus inimigos escolhem Gabrielle como vítima, sua única escolha é trazê-la para o escuro submundo que comanda. Aqui, nos braços do intimidante líder da Raça, Gabrielle enfrentará um destino extraordinário, repleto de perigos, sedução, e dos mais sombrios prazeres… 
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Desculpa sociedade, mas reler O Beijo da Meia-Noite me faz desfrutar uma nostalgia das fortes. Lembram lá em 2009/2010 quando os romances-hot-com-vampiros marcaram suas posições nas prateleiras? Eu lembro direitinho, principalmente porque nem sabia que existiam! IAN poderia muito bem ser uma boyband da vida ou alguém escrevendo o nome de algum moço com a caps lock ativada.

Porém, como na época eu trabalhava toda serelepe e contente numa livraria gigante ficou difícil ignorar o número absurdamente grande de mães que se livravam dos filhos e maridos e vinham me pedir, sussurrando com o canto da boca pra ninguém perceber, aqueles livros de vampiro.

A atendente lenta demorou certo tempo para pescar que aqueles livros de vampiro não tinham praticamente nada a ver com Crepúsculo e seus afiliados. Depois de alguns episódios tragicômicos, situações epicamente constrangedoras e filhos e maridos danificados no processo, cedi à curiosidade e fui fuçar os livros daqueles vampiros.

Sendo bem sincera, e contradizendo os rumores da oposição, nunca li um romance de banca. Mesmo assim decidi acreditar em leitoras assíduas que me disseram que livros como IAN e Midnight Breed são muito semelhantes (à sua forma) às estórias da Sabrina, Bianca e companhia. Dizendo mais (e sem ninguém pedir) acho indigno o preconceito com esses livros quaisquer que sejam os motivos. Se quiserem, ainda posso começar uma dissertação a respeito do por que dos romances de banca serem tão culturalmente discriminados pelas pessoas que não são do meio, indo do patriarcalismo ao feminismo! Querem?! Querem?!

Achei que não, mesmo.

Ok, a resenha!

Tivemos o’ Beijo da Meia-Noite de antes da metade do livro e o’ Beijo da Meia-Noite de depois da metade do livro. Por quê? Porque a Gabrielle foi uma mocinha muito difícil para mim e quase fez com que eu desistisse. Não que Lucan colaborasse com a pessoa, mas já vamos chegar lá! O que quero dizer é que Gabby não é muito boa da cabeça.

Sério.

Na primeira parte do livro, a mulher parecia ter três estágios!

Ou ela estava suspeitando do mundo.

Ou ela estava sono(lenta).

Ou ela estava taradona.

Gab, por favor!

É como se ela não assimilasse direito o mundo a sua volta, ou estivesse ‘a passeio’ demais para o meu gosto. Entendo que esse talvez seja um traço da personalidade da personagem, mas é o tipo de comportamento que me cansa tanto na vida real quanto num livro e ter Lucan, moção (mocinho não faz jus) ótimo, colaborando para as confusões mentais dela resultou numa receita perigosa para mim, leitora.

Porém, nada como uma página após a outra.

Do meio para frente a relação Gabrielle-Mundo dos Vampiros melhora muito (ou não, depende do ponto de vista) e as coisas ficam menos confusas, menos vagas. É como se finalmente entrássemos na estória.

O equilíbrio de cenas de ação e sequências hot é surpreendentemente bom, principalmente para uma pessoa que achava que livros assim seriam SEXO, SEXO-SEXO-SEXO, SEXO SELVAGEM & SEXO! Enfim, só para deixar claro, eu gosto de ação, aventura e sangue.

Lucan constantemente me fazia lembrar de dois personagens distintos: Maddox, da série Senhores do Mundo Subterrâneo, e Edward. Sim, Edward! A coisa te-quiero-mucho-mas-provavelmente-vou-acabar-te-matando sempre me lembrará o vampiro disco globe e, nesse livro, a lembrança foi até fofa. Talvez tenha a ver com a preocupação vir de uma parede de músculos insanamente bem definidos com dois metros de altura. Talvez.

A consideração final: foi bom eu sair da minha zona de conforto, os YAs e Históricos. Consegui aproveitar a leitura fácil de O Beijo da Meia-Noite e pretendo reencontrar a Raça muito em breve com O Beijo Escarlate!

xoxo e boa semana!

P.S.: Numa rápida pesquisa descobri que essa série estava sendo previamente editada aqui no Brasil através da Nova Cultural, em formato adivinhem-de-que?? Romance de banca! Viram como tenho fontes confiáveis?

Imagem Meramente Ilustrativa