Almakia, A Vilash e os Dragões – Lhaisa Andria

highalmakia

  •    Autor: Lhaisa Andria
  •    Editora: MODO
  •    Nº de Páginas: 364
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2012
  •    Título Original: –
  •    Tradutor: –

   Avaliação: 6,5

Em um mundo onde existem pessoas com capacidades extraordinárias, vivendo em uma sociedade abastada e preconceituosa, desde pequena Garo-lin foi uma garota deslocada: uma vilashi frequentando o exclusivo Instituto de Almaki Dul’Maojin.
Mesmo sendo tratada como uma simples e inevitável pedra no caminho dos orgulhosos almakins, engole todo o seu senso de justiça e tem por único objetivo terminar sua educação e voltar à sua vila. Porém, devido a um incidente ela se vê presa pelas circunstâncias, e dali em diante, todo o seu destino está nas mãos dos temidos Dragões de Almakia.

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Falar de Almakia – A Vilash e os Dragões traz um misto de emoções que é difícil de explicar. Por um lado temos uma história que, sem desculpa nenhuma, é ma-ra-vi-lho-sa e por outro temos uma revisão… inexistente.

Deixe-me recomeçar uma ladainha antiga: eu, Desirée Gusson, vou me interessar e possivelmente amar todos os livros de fantasia com mocinhas phodas, escritos por meninas, sempre! Juntando isso ao fato de ser nacional, quase chorei de alegria. Fiquei tão empolgada que, quando vi o e-book em promoção comprei o primeiro EEE o segundo.

E não me decepcionei, em parte.

Primeiramente, e é muito importante avisar, não, não temos dragões de verdade (literariamente falando, ok?) nesse livro. Dragão é um título para jovens herdeiros de famílias poderosas que inevitavelmente controlam a vida em Almakia. Também pode ser sinônimo de gente arrogante e mesquinha que sabe que tem poder e gosta de jogar ele na sua cara. Seu vilash!

Vilash também é um termo inédito, mas que agora uso no meu dia-a-dia pra ser sincera. Substituiu o Daliti pra mim. São mil palavras novas diferentes e realmente me fez falta de uma explicação maior para seus significados, tipo um dicionário no final do livro, pra consulta… nerds nerdeiarão com essas coisas.

Senti que algumas informações ficaram desconexas no meio da história, porém nada que atrapalhasse o andamento da leitura. Garo-lin é, sem dúvidas, uma ótima protagonista. Teimosa e opiniosa ela até tenta se manter longe do caminho dos Dragões, mas quando as coisas apertam ela mostra quem é de verdade. Do outro lado do ringue temos Krission, o absoluto (e meio disléxico) Dragão do Fogo. Irritante, soberbo, cruel, tudo que nossa protagonista não é (tirando a parte do irritante, isso ela sabe ser quando quer). Eu queria pegar um travesseiro e sufocar ele até a morte enquanto dormia, só um pouquinho!

Como você não é assassinado toda hora?

Apesar desse comportamento elitista ao extremo a relação que Garo desenvolve com os Dragões vira uma coisa tão especial que esqueci meu instinto assassino, e simplesmente aproveitei o que estava por vir. Lhaisa, sua linda de nome lindo!

Não sei se peguei a primeira edição ou o que, os erros de revisão que encontrei me perturbaram um bocado, e por isso a nota baixa. Mas como toda história que fica impregnada na nossa cabeça não dá pra não ter um carinho enorme por Almakia. Quero voltar logo pra esse mundo mágico e ver o que acontece agora que o bicho pegou de vez pro lado da Garo. Ainda bem que já tinha comprado o segundo e agora posso devorar esse também. Espero que as coisas tenham melhorado, mas, acima de tudo, espero reencontrar Garo-lin e os Dragões logo!

Xoxo e bom meio de semana!

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Comments
3 Responses to “Almakia, A Vilash e os Dragões – Lhaisa Andria”
  1. Vanessa disse:

    Gostei da resenha Desirée. Achei interessante a analogia sobre os dragões e acredito que curtirei bastante a história. Pena que a revisão do livro tenha deixado a desejar e infelizmente este não é o primeiro caso sobre isso que vejo a respeito da editora. Beijo!

    http://www.newsnessa.com

  2. Natália disse:

    É verdade que de uns anos pra cá a revisão não parece ser prioridade das editoras (de nenhuma delas!), mas você não sente que com os livros nacionais, principalmente os YAs, é pior ainda? Valorização de literatura nacional pra quê, né? 😦

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