A Menina Mais Fria de Coldtown – Holly Black

9788581634357

  •    Autor: Holly Black
  •    Editora: Novo Conceito
  •    Nº de Páginas: 352
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2012
  •    Título Original: Incarceron
  •    Tradutor: Paula Rotta
  •    Avaliação: 8,5

 

No mundo de Tana existem cidades rodeadas por muros são as Coldtowns. Nelas, monstros que vivem no isolamento e seres humanos ocupam o mesmo espaço, em um decadente e sangrento embate entre predadores e presas. Depois que você ultrapassa os portões de uma Coldtown, nunca mais consegue sair. Em uma manhã, depois de uma festa banal, Tana acorda rodeada por cadáveres. Os outros sobreviventes do massacre são o seu insuportavelmente doce ex-namorado que foi infectado e que, portanto, representa uma ameaça e um rapaz misterioso que carrega um segredo terrível. Atormentada e determinada, Tana entra em uma corrida contra o relógio para salvar o seu pequeno grupo com o único recurso que ela conhece: atravessando o coração perverso e luxuoso da própria Coldtown. A Menina Mais Fria de Coldtown, da aclamada Holly Black, é uma história única sobre fúria e vingança, culpa e horror, amor e ódio.

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Primeiramente, feliz 2015. Sim caros mortais, estou de volta, for real dessa vez e não pretendo abandonar-los tão cedo! Deixei posts prontos pra não correr o risco da não-ter-mais-tempo-para-respirar desculpa atacar novamente e tenho um bookshelf tour chegando… Não, não quero comprar ninguém, a não ser que esteja funcionando, mas realmente quero fazer o blog acordar!

Então, a resenha:

Momento reação com gifs, antes:

Que diabos faz Holly Black?

Quero dizer, por que ela é tão endeusada e blá, blá, blá?

Depois:

jhufiuhefuglkhcdsygdkcgaifygkigyfdiaugdikag

A bem da verdade, eu não sabia do que se tratava AMMFdC (ufa), não li a sinopse. Juro. Eu via e via a capa pelas minhas andanças na Amazon e mailing do Goodreads, achava a combinação do nome+capa muito f*da e obviamente reconhecia o nome da autora, meio idolatrada lá fora, mas nunca passei disso.
Assim, quando vi ele numa livraria e minha tia –se ofereceu para comprar pra mim– não podia dizer não, né?! Eu tinha prometido para mamys e boyfriend que não compraria livros por três meses depois da matança desenfreada na Bienal (30 livros), e não comprei! Ganhei, então nenhuma regra quebrada aí.

Então aqui estava eu, achando que já visto tudo o que tinha pra ver sobre vampiros e que nenhum outro autor fosse conseguir tirar alguma coisa genuinamente empolgante desse universo, quando BAM! Tana e seus amigos chegam. O livro começa com um quê de filme, o capitulo se formou claramente na minha cabeça, bom o suficiente para me deixar vidrada esperando para saber o que ia acontecer em seguida. Tana acorda depois de uma festa, cercada pelos cadáveres de seus amigos. Alguém cometeu o erro de deixar uma janela destrancada e isso bastou para que vampiros desgarrados fizessem sua própria festa.

Os sugadores de sangue saíram do caixão e se mostraram ao mundo, que, obviamente, não respondeu tão bem quanto esperavam. Cidades foram fortificadas e transformadas em verdadeiras prisões, os vampiros e infectados são jogados dentro delas, formando as Coldtowns. Até que um palhaço tem a brilhante ideia de transformar tudo num Big Brother macabro e adivinhem? Centenas de aborrecentes e pessoas de estabilidade mental duvidosa fazem de tudo para entrar nessas Coldtowns e se afiliarem ao clube dos desmortos. O detalhe, as regras são sempre ditadas pelos mais fortes, no caso os vampiros, e a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, obviamente os humanos. Pessoas espertas não subestimam os dentuços. Eles são imprevisíveis, oscilando entre superestrelas glamourosas, animais descontrolados e loucos irremediáveis. A única certeza que Tana tem é que não vai se tornar um deles.

Objetivo dificultado depois que ela se vê, em circunstancias bizarras, fazendo sua jornada sob a proteção de um vampiro que é um pedaço de mau caminho, em todos os sentidos da palavra. E a maior razão para eu achar esse livro o máximo.

A estória varia tanto de velocidade quanto de ponto de vista, o que ajuda muito a se ter uma visão de tudo o que está acontecendo. O mito do vampiro é apresentado de uma maneira nova, mas não nova demais e a atmosfera gerada pelas Coldtowns é única. Me fazem pensar em lugares descontrolados, onde as pessoas são mais animais que gente e os deslizes acabam sempre em sangue. Já mencionei também que o livro tem um toque de terror?

Finalmente posso dizer que esse livro é na medida. Na medida para quem quer algo ágil e marcante. Na medida para quem quer sensualidade sem melação. Na medida para quem não quer vampiros garotos propaganda da Swarovski. Vamos rezar para a dona Black fazer uma continuação ou vender os direitos para alguma produtora que faça um filme incrível sobre essa estória fantástica. É o mínimo que ela pode fazer depois de um final como esse, carregado de vingança, amor e morte… só estou dizendo. Leiam A Menina Mais Fria de Coldtown, deem uma nova chance aos vampiros, ninguém vai se arrepender.

Bom fim de semana!

xoxo

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Comments
3 Responses to “A Menina Mais Fria de Coldtown – Holly Black”
  1. Natália disse:

    Sensualizada sem melação? To dentro!

    Saudades ❤

  2. jheyscilane disse:

    Eita que saudades que eu tava das suas resenhas. “Na medida para quem não quer vampiros garotos propaganda da Swarovski.” hahahahahahahahahahahha não vou conseguir parar de rir dessa frase tão cedo hahahahahhahahhahaha eu confesso que ando passando essas leituras vampirescas mas até que fiquei bem interessada em A menina mais fria de Coldtown 🙂

    Beijos

  3. Jura, juradinho que você tá de volta?

    Esse livro tá na minha lista de ‘quero ler, mas cadê o tempo?’

    Se você gostou da Holly leia A boneca de Ossos! É MARA!!!!! É mais da linha infantil, mas juro que é ótemo!
    http://blogmundodetinta.blogspot.com/2014/08/resenha-de-tinta-boneca-de-ossos.html

    Bjinhos

    PS: vou te encher o saco no Skoob se a senhorita sumir de novo! ~stalker ^^

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