Meus Pensamentos em.. Os Encantados de Ferro – Julie Kagawa

Hey pretties! Já faz algum tempo que quero compartilhar com vocês minha opinião sobre algumas séries. Evidentemente, não ia dar certo fazer resenhas de todos os volumes já lidos, até porque alguns estão comigo há anos (não é preguiça, juro). E também porque não quero me ater muito aos livros separadamente, algumas séries são boas de se analisar assim: como séries.

Duas coisas:

1)Esses pensamentos não contém super spoilers canibais withlasers, a menos que eu diga o contrário…

2)Vou usar todos os recursos (gifs, imagens, músicas, vídeos) como se não houvesse amanhã! Tudo pra passar minhas reações, porém as páginas podem demorar um pouco para carregar… esperem! Não desistam delas ainda!

Pra entrar no clima, solta o som:

Escolhi The Iron Fey (publicados aqui pela Underworld, Os Encantados de Ferro) para abrir essa nova coluna por um motivo muito simples. Não consigo parar de pensar nessa série. Lembra da Alice no País das Maravilhas? Quando segue o coelho branco por um buraco e se vê num outro mundo, completamente diferente, Alice percebe que todas as histórias fantásticas que tanto gostava poderiam ser, de alguma forma, verdadeiras.

Well, não foi exatamente isso o que aconteceu com Meghan Chase. Ela acabou no Nevernever guiada por Puck (yeah, esse mesmo!) atrás do irmão caçula. Não de um coelho branco. Recebeu ajuda de um gato escorregadio; sentou-se à mesa de criaturas muito estranhas e até conheceu uma pseudo-Rainha de Copas. Bem essa rainha, atendia pelo nome de Titânia e quase não tinha motivos para não odiar Meg, afinal ela era filha de seu marido, Oberon.

Rei dos encantados do Verão.

Obviamente, como se não bastasse ser meio-humana na terra das fadas, Meghan ainda chama a atenção de um certo príncipe gelado, sua mãe odiosa e outro rei. Um de Ferro.

 As duas cortes (Verão e Inverno) desconhecem esse terceiro front e estão ocupadas demais se preocupando com as tradicionais guerras e com os mortais não passando suas lendas adiante para ir atrás de uma suposta ameaça. Logo, Megs se vê sozinha na tarefa de resgatar seu irmão desse misterioso rei.

Ok, talvez não tão sozinha assim. O Puck está com ela pro que der e vier sempre. E Ash, o terceiro filho de Mab, a rainha da corte unseelie (Inverno) está preso a ela por uma barganha. Ele a ajuda a resgatar o irmão e leva-lo em segurança para o mundo mortal e em troca, ela vai docilmente para Tir Na Nog, ser refém de Mab.

Pausa dramática: barganhas, promessas, favores, apostas… tudo isso tem um peso considerável em Nevernever. Se você se compromete a fazer algo, você faz! Senão você morre. É simplá!

O legal do Nevernever da Julie Kagawa é que ele é nu e cru. São as lendas aterrorizantes que o povoam, esqueça a Disney, se uma daquelas princesas parasse numa floresta do Nevernever pra cantar com os passarinhos, ela acabaria sendo jantar de um grupo de redcaps. Como consequência dessa selvageria toda, Megs nunca está segura, não importa onde ela esteja.

Justo quando você achava que estava seguro…

Muitas dessas lendas são de folclore medieval, e todos sabem que o pessoal medieval tinha uma tendência meio fatalista: algo a ver com as constantes guerras, fome, vilas queimadas, doenças mucho locas e soberanos mais locos ainda. Vai saber, né?

A maioria das histórias eram feitas para manter crianças e jovens longe dos bosques (que eram propriedade dos reis mucho locos) e evitar problemas com a lei. Claro que serviam para explicar sumiços, gravidezes ‘repentinas’ e doenças misteriosas também. As lendas fofas, tipo Disney, de hoje são resultado principalmente das eras Vitoriana/Eduardiana, quando a fatia de gente não PASSANDO FOME e se virando pra não morrer queimado nas vilas, aumentou bastante. Ou seja: pra que assustar suas crianças até a morte com histórias de seres malignos que as fariam dançar até perderem os pés ou simplesmente as comeriam no café, se elas já tinham a oportunidade de não viverem sob tetos de palha e contassem com ruas pavimentadas, longe de bosques!

Minha mais sincera opinião sobre como Kagawa usou e abusou do imaginário popular nos quatro livros: level master.

Ela não trouxe os seres para o nosso mundo, ao menos não em tempo integral. Julie deixou a preguiça, que muitos autores novos por ai tem, de lado e deslocou praticamente toda a história pelos  domínios do Nevernever. Tinha que ser nerd mesmo! Como se não bastasse passear pelo reino das criaturas encantadas (que já tem várias versões: Avalon, Realms, Valhala…) ela criou mais uma corte, totalmente diferente para representar a influência da tecnologia nas nossas vidas.

Agora pulando os detalhes da trama temos a finalização de A Rainha de Ferro [Trecho com SPOILER malvados] Nesse a autora passa por cima dos finais felizes e faz o que julgava ser lógico. Foi aí que entrei em pânico e revirei a internet de pernas pro ar buscando informações sobre a continuação, porque… NÃO PODIA ACABAR DAQUELE JEITO.

Originalmente, The Iron Fey era uma trilogia, mas, como muitos editores desconhecem o conceito primário de trilogia, Julie foi levada a escrever um quarto livro.

THANK GOD!

Essa foi por pouco!

Tem mais Ash e Puck pra gente!

Julie, nunca mais se atreva a me dar esse susto, ouviu bem mocinha??

Mais Ash e Puck pra gente!

Assim nasceu The Iron Knight (O Cavaleiro de Ferro). O quarto livro, contado pelo ponto de vista de Ash e é de longe o mais sombrio de todos os publicados. Aqui ela se aventura a pensar na morte dos seres encantados, o que acontece com eles quando são esquecidos e até onde é possível chegar motivado apenas por lealdade.

É desnecessário dizer que amei. Mas é necessário adicionar que nunca senti tanto ciúmes de um personagem literário como senti lendo The Iron Knight. O motivo não posso contar aqui, ele é o rei dos spoilers canibais withlasers e estragaria MUITO dos livros anteriores.

Entre os livros 1 e 2

 

Entre os livros 3 e 4

Ainda que a narrativa de Meghan Chase tenha chegado ao fim, Julie não nos deixou orfãs… (garota esperta) ela escreveu novellas, contos que se passam entre os livros da série e atualmente está trabalhando na nova série (contada pelo irmão de Meghan) e numa enciclopédia. Isso mesmo, uma enciclopédia todinha dedicada aos encantados de ferro! Srta. Kagawa, você tem o meu respeito.

Um quase P.S.: Pra arrematar quero compartilhar o ápice do momento fangirl  com vocês: um estudo dos personagens de Os Encantados de Ferro. Ignorem o Puck afeminado e o Ash com cara de cólica menstrual, eu estava empolgada com o lápis novos… juro que na minha cabeça eles são mais bonitos que isso!

Coprightado, viu?

Por hoje é só pessoal, fiquem á vontade para sugerir outros Pensamentos, dar alguns toques ou simplesmente jogar conversa fora.

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Deslembrança – Cat Patrick

  •    Autor: Cat Patrick
  •    Editora: Intrínseca
  •    Nº de Páginas: 256
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2012
  •    Título Original: Forgotten
  •    Tradutor: Livia de Almeida
  •    Avaliação: 7,0
Toda noite, quando London Lane recosta a cabeça no travesseiro e dorme, cada mínimo detalhe do dia que viveu desaparece de sua memória. Pela manhã, restam-lhe apenas lembranças do futuro: pessoas e acontecimentos que ainda estão por vir. Para conseguir manter uma rotina minimamente normal, London escreve bilhetes para si própria e recorre à sempre fiel melhor amiga. Já acostumada a tudo isso, ela tenta encarar a perda de memória mais como uma fatalidade que como uma limitação. Mas, quando imagens perturbadoras começam a surgir em suas lembranças e London precisa, de algum modo, escapar delas, fica claro que para entender o presente e o futuro ela terá que decifrar o que ficou esquecido no passado.
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“Eu me lembro do que ainda vai acontecer.

Lembro o futuro, mas esqueço o que já passou.

Todas as minhas lembranças, boas, ruins ou tanto faz, um dia vão se concretizar.

Então, goste ou não – e eu não gosto -, vou me lembrar de estar de pé num gramado recém-aparado, rodeada por pedras e pessoas vestidas de preto, até que isso se torne realidade. Vou me lembrar desse funeral… até que alguém morra.

E, depois disso, ele será esquecido.” Pág. 34

Vamos começar com as quatro frases que me vieram à cabeça quando terminei a leitura de pouco mais de 2h desse livro:

London é confusa, mas nem tanto

Luke é maravilhoso, mas nem tanto

A vidência de London é explorada, mas nem tanto

Deslembrança é bom, mas nem tanto.

Vi várias resenhas falando que Deslembrança é um livro bom, mas que falta alguma coisa. Essa coisa é tempero, desenvolvimento, trabalho. Não estou desmerecendo a autora. MUITO longe disso, a ideia é incrível, fazia tempo que eu não ficava tão animada para ler um stand alone (sou rata de séries, fazer o que?!) e Forgotten despertou meu interesse bem antes de ser lançado aqui. Só senti que a Patrick podia ter tirado mais tempo para refinar as coisas, explorar melhor o dom de London.

Sério, o cérebro dela reinicia às 04:33 da manhã, todo dia. Ok, ela deixa bilhetes resumindo sua vida e dando instruções sobre como se comportar nos próximos dias. É desnorteador? Muito! London leva isso numa boa? Com um pé nas costas! Mas a parte principal, o diferencial do enredo, a coisa mais legal que acontece com a menina… fica de fora! Ela lembra do que vai acontecer amanhã e essa é a menor as preocupações dela!

Mas heim?

Spoiler alert

De repente estou exagerando, mas a London levou dez anos para perceber que poderia usar seu dom insanamente fora do comum em benefício daqueles que ama e nós nem vemos isso acontecer de fato porque o livro acaba! Ele simplesmente acaba e você fica: não! Não pode ser! Agora que as coisas iam acontecer de verdade, acaba? Faça-me o favor!!

Não me levem a mal, eu gostei do livro. Exatamente por ter gostado demais e estar completamente imersa na estória de London foi que me frustrei tanto com a ‘inconclusão’ das coisas!  O relacionamento entre ela é Luke é do tipo que te faz suspirar pela delicadeza e bizarrice: ela não se lembra dele no futuro, portanto só tem os bilhetes para se situar sobre aquele carinha que ela não faz ideia de quem é. London se apaixona por Luke dia após dia, sempre do começo. Ok, ajuda ele ser lindo de morrer.

“Essas coisas acontecem”

Posso estar me precipitando, mas estou ansiosa pelo próximo livro de Patrick, Revived, que também tem uma premissa impressionante. Vou me arriscar a sair frustrada mais uma vez, mas tenho fé em que uma pessoa tão maravilhosamente criativa quanto a Cat vá fazer um trabalho melhor. Enfim, recomendo Deslembrança se você não se frustra facilmente, ou se entendeu meu ponto e se sente mais preparado para aproveitar esse livro incrível, mas nem tanto.

xoxo e bom começo de semana!

New On My Bookshelf… Vol. 8

Hey pretties, mais uma edição do NOMB, sit tight e me digam quais as novidades das suas estantes!

E as fotos (com Mimo):

Espero que tenham gostado, até a próxima!

xoxo

Encantos – Aprilynne Pike

  •    Autor: Aprilynne Pike
  •    Editora: Bertrand Brasil
  •    Nº de Páginas: 308
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2012
  •    Título Original: Spells
  •    Tradutor: Sibele Menegazzi
  •    Avaliação: 8,5

Se não leu Asas, cuidado, spoilers selvagens podem atacar você!

Seis meses se passaram desde que Laurel descobriu ser uma fada e salvou o portal de entrada para Avalon. Lá, ela passará o verão estudando para aprimorar suas habilidades e adquirir conhecimentos como fada de outono. No entanto, com o tempo, a hierarquia social do lugar começará a desgastá-la e a fará repensar sua escolha.
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Laurel agora sabe que é uma fada e vai ter que lidar com as delicias e responsabilidades que isso traz. Nada melhor, então, do que passar o verão em Avalon, o reino das fadas e elfos, em uma dimensão paralela ao nosso mundo. Lá ela vai ter que suar o vestido de seda de teia-de-aranha para poder acompanhar o ritmo das aulas, e pelo menos tentar alcançar o mesmo nível de suas colegas fadas de outono.

O laboratório de  herbologia de Avalon me deu uma saudade tremenda das estufas de Hogwarts, mas o reino criado por Aprilynne Pike não se resume a isso. A delicadeza de Avalon, seus detalhes coloridos e todas aquelas fadas e elfos diferentes levam qualquer um a viajar por suas ruas. Mas aquele detalhe da hierarquia entre as ‘espécies’ é bem irritante:

Fadas do Inverno: muito raras, são a realeza, mesmo mesmo.

Fadas de Outono: nem 5% da população, experts em poções e medicamentos.

Fadas de Verão: 15% de todas as fadas, são as exibidinhas, responsáveis pelas coisas bonitas e divertidas.

Fadas da Primavera: a rabeira da cadeia alimentar. Mesmo sendo massivos 80% e cuidando de praticamente TUDO, são consideradas inferiores.

“Ah, por favor…”

Não culpo a Laurel por se indignar com o desprezo das outras castas pelas fadas de Primavera, ao seu ver (e ao meu também) todos contribuem para Avalon funcionar. Mas, enfim…

O triangulo amoroso. Ok, geralmente eu tento me manter imparcial nesses casos, sério, já que tenho uma tendência saudável a me apegar aos personagens… mas não deu! Quero que a Laurel fique com o Tamani. Pronto, falei.

O David é super legal e dedicado e fofo e super gosta dela, mas o Tamani é um elfo! Tá, não é só por causa disso mentira que eu quero que eles fiquem juntos. A química entre os dois, a tensão constante, os fez mais reais pra mim do que Laurel + David.

É de dar um nó na cabeça de qualquer um estar no meio de uma multidão e saber que a maioria daquelas pessoas te conhecia no passado, até poderiam ser suas melhores amigas, e não lembrar bulhufas a respeito delas. Coisa desorientadora mesmo é que ninguém, ninguém !!, se incomoda em te fazer lembrar.  É uma coisa bem diferente se for ver, porque na maioria dos livros em que um personagem perde a memória, todo mundo se desdobra pra fazê-lo lembrar, mas não em Encantos, não com Laurel. Ela escolheu isso e as fadas simplesmente não vem motivo para comoção: o feitiço era bem forte e foi por uma causa maior.

Tá, eu sei, tô enrolando, mas sério, você não ia ficar MUITO constrangido no lugar dela??

Retomando: Pike se livrou de qualquer insegurança que tinha no primeiro livro e aproveitou sua melhor característica: o texto despretensioso. Parece que ela não fez força nenhuma pra escrever, simplesmente foi colocando no papel. Eu sei que deve ser impossível uma coisas dessas e que os autores às vezes passam horas brigando com uma única linha, mas deu muito certo. Infelizmente a ação não tem tanto espaço nessa estória, exatamente como em Asas. Apesar de conhecermos novos elementos que prometem coisas interessantes mais pra frente, ainda estou esperando o ‘bicho pegar’ de verdade, a trama tem espaço para isso! Eu quero muito isso!!

De qualquer modo, é muito bom quando você chega num certo ponto de um livro em que você simplesmente não quer parar de ler e, caso precise parar de ler, não vê a hora de retomar de onde deixou. Aconteceu comigo em Encantos, que diferentemente de seu predecessor, me fisgou (não, me recuso a fazer esse trocadilho) pra valer. De novo, o livro poderia ser maior e ter mais ação, mas nem de longe ficou em banho-maria como o primeiro.

Por último: um grande parabéns para a editora, a revisão e tradução foram impecáveis, coisa aparentemente difícil no mercado literário de hoje. Foi encantador ler esse livro. (Taí, não resisti!) e estou agoniada para ler Illusions, lançado aqui no segundo semestre desse ano.

xoxo e bom meio de semana! 

Receitinhas – Torta de Maçã

Hey pretties! A receita de hoje não é exatamente simples, mas vale totalmente a pena. Sabe aquela torta de maçã deliciosa que você vê em filmes, ou mesmo no desenho da Branca de Neve? Cheinha de maçãs apetitosas que resultam num recheio indecentemente cremoso e num cheiro tão bom que é uma surpresa não ser ilegal?

Pois é, descobri a receita. Não crê na blogueira? Saca só…

Vamos começar com a massa, pega o bloquinho:

  •    2  ½ xícara de farinha de trigo
  •   1 col de chá (cheia) de sal
  •   2 col de chá (cheias) de açúcar refinado
  •   1 col de café de gengibre em pó (opcional)
  •   200g de manteiga sem sal (sério, compre manteiga) picada em cubinhos

Bem, você pode usar uma batedeira, mas eu fiz na mão, porque estava com preguiça de pegar a batedeira e depois lavar ela… é só misturar tudo, quebrando a manteiga na farinha até transformá-la numa farofa grossa. Depois vá misturando aos pouquinhos água gelada (1/4 de xícara de chá) até conseguir uma massa homogênea e que não grude na sua mão. Faça uma bola, embrulhe em filme plástico e deixe na geladeira por pelo menos 1h.

The Recheio:

  •    3 col de sopa de farinha de trigo (mais para polvilhar)
  •   1,5kg de maçãs, pode misturar os tipos, fica ainda melhor
  •   Suco de meio limão
  •   1/2 xícara de açúcar refinado
  •   1 col de chá (cheia) de canela em pó
  •   1 col de chá (não tão cheia) de noz-moscada
  •   1/4 de col de chá de sal
  •   2 col de sopa de manteiga
Descasque e pique as maçãs em cubinhos. Numa tigela misture-as com os outros ingredientes, MENOS a manteiga. Deixe as maçãs absorverem o tempero por pelo menos meia hora.
Unte uma forma redonda de 22cm com margarina e um pouco de farinha. Separe dois terços da massa e abra-os numa superfície enfarinhada com a ajuda de um rolo de macarrão. O diâmetro deve ser suficiente para preencher todo o fundo da forma e as laterais também. Espalhe o recheio dentro da forma com massa e, com uma colher de chá, vá colocando bocadinhos da manteiga sobre o recheio, de forma irregular. Com o terço restante da massa faça tiras (eu fiz 10) para cobrir a torta. Você pode entrelaçá-las dátrabalho ou só sobrepor-las.
Coloque a torta na geladeira por mais 15 minutos. Enquanto isso pré-aqueça o forno em temperatura alta, bem alta.
Asse a torta em temperatura alta por 20 minutos e então abaixe para média e asse por mais 40-60 minutos. Ou até ela dourar e o recheio borbulhar loucamente.
Espere ela esfriar um pouco antes de desenformar, do contrário a massa vai quebrar e você vai morrer na praia com a sua obra de arte. Sirva com sorvete de creme, fica ainda mais estupidamente gostosa!

 

Voilá, agora você pode dizer se achar para os seus amigos que você sabe fazer a Senhora Torta de Maçã!

Bom apetite!

 

Promoção Love is In The Air

Gostou? Você quer? Eu sei que você quer, não adianta tentar me enganar… eles podem ser seus, basta você assinar bem aqui e…

Ok, parei com a vilã da Disney…

Enfim, o Dia dos Namorados está chegando e você ficou tanto tempo tentando dar dicas do quer ganhar que esqueceu do que vai dar? Tudo bem, acontece nas melhores famílias.

Mas nós temos a solução! É só preencher o formulário e concorrer aos kits Novo Conceito de A Casa Das Orquídeas e O Espião!

(26/06) Vamos ao resultado! \o/ *toca a fanfarra*

O número sorteado:

E o (a) felizardo(a) apaixonado(a):

PARABÉNS SONIA!!! Aproveite bastante seus livros!! Já sabe, logo o IYRDIW entra em contato para pegar seus dados, ok?

Não ganhou? Relaaaaaaaaaaaaaxa, tem mais promoções legais vindo por ai!

As regras você já deve estar careca de saber, mas não custa lembrar:

Para participar você deve:

– Seguir o blog através do e-mail (ali no canto direito);
– Possuir endereço de entrega no Brasil;
E se quer chances extras, você pode:
– Seguir o Twitter do Blog;
– Curtir o blog no Face;
– Divulgar a promoção nas redes sociais com a seguinte frase:
 “O amor está no ar e na estante lá de casa! http://wp.me/p1V7px-kq ”
– Comentar nesse post.
Preencha o formulário outra vez para cada uma dessas coisas!
O sorteio é dia 22/06, às 00:00h, sério.

xoxo e boa sorte!

Dark Divine: Paixão Proibida – Bree Despain

  •    Autor: Bree Despain
  •    Editora: Vergara & Riba
  •    Nº de Páginas: 374
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2011
  •    Título Original: The Dark Divine
  •    Tradutor: Ana Paula Corradini
  •    Avaliação: 8,5

Ao ver seu irmão Jude chegar em casa coberto de sangue, Grace, filha do pastor local, soube que algo terrível havia acontecido.
Na mesma noite, Daniel Kalbi, o jovem que morava com a família Divine, desaparece sem deixar vestígios.
Com o retorno de Daniel, Grace tem a chance de descobrir o segredo que sua família esconde, e como salvar aqueles que ela mais ama. No entanto, quanto mais se aproxima, mais se sente atraída pelo jovem misterioso, que a encara com um olhar faminto.
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Iniciei Dark Divine no escuro, sem trocadilhos! Eu não sabia do que se tratava, exatamente, só que era um YA sobrenatural. Admito, não preciso de mais que isso para me interessar por um livro… é mais forte do que eu!

No começo estranhei um pouco a narrativa. Quem conta a história é Grace, em primeiríssima pessoa, com direito ao modo de falar informal adolescente. Ainda bem que ela é filha do pastor, então a sua fala é fluida e correta, sem aquele mooonte de gírias (hello Strange Angels), elemento que pode tanto ajudar quanto atrapalhar a leitura.

Vou fazer uma resenha um pouco diferente dessa vez, vou me ater somente às minhas impressões, sem revelar mais do enredo do que a própria sinopse. Calma, não cola chiclete no meu cabelo ainda! É que, se você tiver metade da minha ‘desavisação’, descobrir por conta própria do que o livro trata é muito mais bacana!

O ponto alto da estória de Bree Despain é a sua humanidade. “Mas, blogueira, é um livro sobrenatural…” “A imperfeição humana sempre deixa as coisas interessantes, jovem padawan.” A construção dos personagens, principalmente dos adolescentes, foi certeira. Eles são inconstantes, por vezes confusos e até meio hipócritas… mas imagine ser criado numa família realmente modelo, ter um pai realmente bondoso e irmãos muito altruístas! Quão compelido a ser tão exemplar como eles você se sentiria? E se por fora você agisse como um cordeiro, mas por dentro alimentasse um lobo?

Não concordo com quem diz que Bree Despain tentou empurrar a religião dela para os leitores. A estória acontece pelos olhos de Grace, cristã convicta que enxerga céu e inferno como realidade. Mas em momento algum ela sai condenando os pouco, ou nada, religiosos. Ela só busca viver a vida dela conforme as crenças dela.

Bem, então eu disse que tinha me estranhado com o livro no começo, certo? Foi só no começo mesmo, porque depois até mesmo a edição ficou impecável (no inicio algumas poucas palavras estavam faltando). Os mistérios cercando a vida de Grace foram se multiplicando e crescendo, acabei pulando de um suspeito para outro frenéticamente, cada nova descoberta só deixava a estória mais ainda complicada até que chegamos a um final completamente inesperado.

Se Paixão Proibida fosse um filme eu diria: começou Sessão da Tarde, acabou Telecine Premium.

P.S.:

“O problema é que, assim que você faz a promessa, é claro que será quebrada. É como uma regra cósmica que ninguém comenta. […] ninguém deveria ter o direito de pedir que se cumpra uma promessa.” Grace knew it better.

Vou acabar roubando na minha promessa de seguir a lista de leitura, e passar O Santo Perdido na frente, preciso saber o que vai acontecer agora!

Mães da Literatura: Quatro Boas, Três Doidas e Uma Má!

Feliz Dias das Mães!! Hoje é uma data que merece um post especial, dedicado a todas as mamães, titias, avós leitoras assíduas ou não tão assíduas assim, e aquelas que fazem de tudo para alimentar nossa fome de palavras escritas. Obrigada mãe!

Para esse post selecionei as primeiras oito mães (personagens) que me vieram a cabeça, assim, de primeira! Obviamente, temos bilhões de outras personagens, algumas tão expressivas quanto essas listadas, então sinta-se livre leve e solto pra adicionar mais mamães na nossa lista, é só comentar!

Obs.: Elas não estão em ordem de preferência, nem de classificação: boa, doida ou má.

1) Catelyn Stark:

(As Cronicas de Gelo e Fogo)

Lindona! Lixo-me pra quem odeia ela…

A esposa de Eddard “Ned” Stark, Lady de Winterfell, com quem tem cinco filhos: Robb, Sansa, Arya, Bran e Rickon.

Catelyn nasceu na Casa Tully, a filha mais velha de Lord Hoster Tully e Minisa Tully é conhecida por seu senso de justiça e honra, tendo seu comportamento regido por princípios, sempre pensando no melhor para sua família.

Seu amor cego pelo marido e filhos a leva a fazer absolutamente qualquer coisa para garantir sua segurança, e por isso acaba cometendo alguns erros de julgamento. Apesar de seu coração grande, nunca considerou o bastardo Jon Snow como parte da família e jamais perdoou Eddard por trazê-lo para casa.

2) Cersei Baratheon:

(As Cronicas de Gelo e Fogo)

Power is power.

Cersei é a filha mais velha de Tywin Lannister e a irmã mais velha de Jaime (seu gêmeo) e Tyrion. Depois da rebelião de Robert, Cersei se casou com o novo rei, Robert Baratheon e se tornou a rainha dos Sete Reinos.

Por trás da faixada de beleza estonteante ela é obstinada, ambiciosa e puramente maliciosa. Ressentida pelas restrições devido ao seu sexo, está sempre tramando e movendo seus peões por Porto Real.

Cersei acredita que se for tão ou mais poderosa que seu pai, a  segurança de seus filhos Joffrey, Myrcela e Tommen, estará garantida. Ou seja, a loira não contorna obstáculos, ela os destrói, não importando quem possa cair junto.

3) Mrs. Bennet:

(Orgulho e Preconceito)

“My dear Mr. Bennet, have you heard that Netherfield Park is let at last?”

A adorável esposa de Mr. Bennet tem apenas uma coisa na cabeça: casar as cinco filhas. Com homens muito ricos, de preferência.

E como ela bem sabe a importância que a beleza tem na hora de fisgar um bom partido, não quer perder tempo e esperar que cada uma delas encontre seu par.

Sua língua solta e seus comentários um tanto quanto constrangedores são marca registrada. Apesar de sua obsessão por um bom casamento, não me restam dúvidas de que Mrs. Bennet botaria pra correr, com posses e o escambau, qualquer jovem que destratasse suas preciosas filhas.

Como que para mostrar a importância do casamento na vida dessa mulher, Austen nunca revelou seu primeiro nome.

4) Lillian Potter:

(Harry Potter)

Mãe que é mãe ajuda o filho até do além!

Esposa de Tiago Potter, Lílian é descrita nos livros como sendo uma pessoa extremamente bondosa e que protegia os mais fracos. Filha de pais trouxas, Lilly abraçou a magia e mais tarde, a luta contra as artes das trevas.

Ela, literalmente, morreu pelo filho. Precisamos mesmo comentar o quanto ela o amava?

5) Angelina Fowl:

Sorry, era essa imagem ou uma da Angelina Jolie, que o Google não parava de empurrar pra mim

(Artemis Fowl)

Mãe de Artemis Fowl II, esposa de Artemis Fowl I, Angeline sofria de uma profunda depressão pelo desaparecimento de seu marido, chegando até a ter alucinações. Mesmo após sua cura mágica Angeline não era capaz de controlar as atividades de “Arty” e se engajou numa luta para trazer a família Fowl de volta a normalidade.

Ou tão normal quanto uma família de criminosos poderia ser. Ah, as mães…

6) Marisa Coulter:

(Fronteiras do Universo)

“Just a little cut”

Com comportamentos distintos, Mrs. Coulter pode ser tanto uma vilã quanto uma heroína, dependendo do ponto de vista (e do livro da trilogia).

Charmosa, bela e independente, Marisa comete atrocidades em nome do bem maior. Seu lado materno demora a aparecer e as vezes é confundido com insanidade. Seu deamon, um macaquinho dourado e extremamente cruel, é um dos animais mais odiados da literatura mundial.

7) Morgana Le Fay:

(As Brumas de Avalon)

“No man or woman can live another’s fate”

Considerada uma bruxa maligna em muitas lendas, na tinta de Marion B. Zimmer ela ganhou uma nova perspectiva (e a minha preferida).

Mulher pagã, espirito livre, poderosa sacerdotisa, sábia em vários aspectos, uma criança em tantos outros. A relação de Morgana com seu filho e de seu irmão Mordred, é uma das mais delicadas, ela o deixou com a tia Morgause para ser criado dentro dos velhos costumes. A pouca idade, a pressão da Senhora do Lago e o rancor por gerar um filho de seu próprio irmão foram cruciais para Morgana nunca estreitar os laços com Mordred.

8) Ana Bolena:

(A Irmã de Ana Bolena)

“Sweet Jesus, my God, have mercy on me.”

Motivada pela obsessão em se tornar rainha da Inglaterra, Ana Bolena fez de tudo e mais um pouco. Apresentada como fria, vingativa, cruelmente ambiciosa, vaidosa e dada à violência física, também foi uma astuta política. Extremamente inteligente, Ana abusava de seu charme e espirituosidade para conquistar Henrique VIII e tomar o trono de Catarina de Aragão, passando por cima até da felicidade da irmã caçula.

Depois de conseguir o que queria, Ana lutou para se manter no topo, deixou a filha Elizabeth (ééé, a futura rainha) de lado e tentou de todas as maneiras dar um filho homem ao marido. De um gênio insuportável, acabou dançando nas mãos de outro genioso, só que com mais soldados.

+ Bônus) Daenerys Targaryen:

(As Cronicas de Gelo e Fogo)

“I do not have a gentle heart”

A Mãe dos Dragões. Também chamada Dany, Filha da Tormenta, a Não Queimada, é a filha do rei Aerys II e de sua esposa Rhaella. Como a maior parte de sua família assassinada durante a rebelião de Robert, e sua mãe morta durante seu nascimento, Dany tornou-se, juntamente com seu irmão mais velho Viserys, uma das últimas remanescentes da Casa Targaryen.

Daenerys ganha de presente de casamento três ovos de dragão petrificados. Quando torna-se viúva, ela faz uma grande pira funerária para seu marido e entra nas chamas com os ovos. Quando a pira se extingue, Dany está lá, intacta, com seus três dragões-bebês Viserion, Rhaegal e Drogon.

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E aí, quem são as mães bondosas, as malucas e a(s) má(s) para vocês?

Boa semana!

xoxo

Tinta Perigosa – Melissa Marr

  •    Autor: Melissa Marr
  •    Editora: Rocco
  •    Nº de Páginas: 328
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2012
  •    Título Original: Ink Exchange
  •    Tradutor: Maria Beatriz Branquinho da Costa
  •    Avaliação: 8,5

Leslie anseia por mudanças em sua vida, e uma tatuagem é o que ela precisa para deixar o passado para trás. Porém, quando finalmente encontra o desenho que quer em sua pele, Leslie vai descobrir que aquela imagem não é somente uma obra de arte tentadora, e sim uma passagem sem volta para um mundo de sombras e desejo… o mundo dos seres encantados.

Atenção, conteúdo impróprio para não-leitores de Terrível Encanto

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Vou começar dizendo porque Melissa Marr me levou a um novo nível de confusão mental, me deixou lá por alguns capítulos, me fez odiá-la por isso e depois me trouxe de volta, mais confusa ainda, EXPLICANDO porque toda aquela viagem fazia sentido. Faz sentindo?

Talvez, como a própria Leslie, eu não devesse ter gostado disso. Mas me peguei protelando ao máximo o final, simplesmente por não querer que a leitura acabasse!

Vale avisar também que Tinta Perigosa começa onde Terrível Encanto termina, mas quem quer mais de Aislinn, Keenan e Seth vai ter que esperar um pouco. Eles aparecem sim, mas não são o foco principal.

O começo do segundo volume foi meio diferente do primeiro, ele me irritou profundamente… tirando a parte de descobrirmos ainda mais sobre os seres encantados e suas cortes, o que é absolutamente demais (Demais, DEMAIS!), a relação Leslie-Niall-Irial estava um tanto quanto clichê. De cara pensei ‘Sério, outro triangulo amoroso, Melissa? Sério?’. Eu meio que pedi para pular tudo aquilo e chegar logo na parte em que Leslie descobriria que a melhor amiga era a Rainha do Verão e então poderiam juntas chutar alguns traseiros imortais!!

Sua reação a sede de sangue da blogueira.

Mas calma, Ash, como boa garota equilibrada que é, não ia simplesmente envolver a amiga nos assuntos encantados.

Então continuamos numa situação constrangedora.

Aquela coisa manjada de meio mundo se apaixonando/se afeiçoando/amando todo mundo de forma inexplicável, e instantânea me deixou com um cachorro de rua atrás da orelha. Isso me confundiu deveras porque era tão diferente da abordagem da autora no livro anterior, tão tonto pra ser obra da ótima Melissa Marr, que até demorei pra perceber que Leslie também estava achando aquela necessidade toda por Niall e Irial totalmente estranha.

Alguma coisa estava muito errada ali. Tudo o que ela queria era uma tatuagem para simbolizar uma vida nova, mas o que conseguiu foram visões de pessoas bizarras, mentiras de sua amiga e dois caras gatos sinistros na sua cola. E ela nem conseguia se preocupar com isso!

Pelo outro lado, Niall e Irial, sim, o guarda-costas de Keenam e o Rei Sombrio são personagens muito ambíguos e apetitosos, acho que já escolhi um lado, mas como entre Keenan e Seth, também não estou muito firme na decisão.  Niall pende entre o cara controlado e sua natureza… selvagem, enquanto Irial exala crueldade para esconder sentimentos pouco sombrios. No fundo eu acho que são os dois feitos do mesmo material.  Tinta Perigosa ressaltou ainda mais um ponto de Terrível Encanto: as cortes em si não são boas ou ruins, elas só querem sobreviver. Mas há aqueles que buscam o equilíbrio e os que não. Ou seja, o conceito de Bem e Mal para os seres encantados é bem maleável. Ok, não só para os seres encantados.

Se você como eu ficou desanimado com o começo, por achar absurdo demais, por favor, POR FAVOR, continue a leitura. Tenho certeza de que não vai se arrepender e de quebra vai soltar um “Melissa, sua danadinha!”. Se não…

Para os que já leram e se incomodaram com o final, sem ofensas, mas pense com cuidado nesse caso. Nem tudo são flores e a magia é uma ilusão, distorcendo a realidade…

Estou oficialmente visitando todos os parques da cidade, tentando achar uma Garota do Verão ou mesmo um Hound pra matar o tempo até Fragile Eternity!

xoxo e boa sexta!

P.S.: Pra não perder o costume, a obsessão com significados de nomes continua:

[Todos com raízes irlandesas (irlandeses, seus lindos!)]

Leslie = Alegria

Niall = Campeão, no sentido medieval

Irial = Elfo

Sorcha (Absolutamente maravilhoso esse nome) = Brilho

New On My Bookshelf… Vol. 7

Hey pretties! Sim, é outro vídeo, ligeiramente menos constrangedor. Ok, admito, tomei gosto pela coisa…

Milagrosamente eu não precisei parar nenhuma vez! #Oremos

Amanhã vou adicionar as fotos dos livros, alguns probleminhas técnicos me impediram de tirá-las hoje. Relaxa, Nedina. 😀

E abaixo o formulário para participar da promoção de Maze Runner \o/

Para participar você deve:

– Seguir o blog através do e-mail (ali no canto direito);
– Possuir endereço de entrega no Brasil;
E se quer chances extras, você pode:
– Seguir o Twitter do Blog;
– Curtir o blog no Face;
– Divulgar a promoção nas redes sociais a seguinte frase:
 “Lembre. Corra. Sobreviva. A @AndhromedaG está sorteando os livros do Maze Runner http://wp.me/p1V7px-j1 Corre!”
– Comentar nesse post.
Preencha o formulário outra vez para cada uma dessas coisas!

Resultado! (12/06)

Sem pânico pelo número sorteado, okay?

O (a) sortudo (a) que vai receber os dois livros publicados aqui no Brasil da série Maze Runner é…

Jaqueline Camillo, vou entrar em contato nas próximas 48h, fique acordada!

Obrigada a quem participou e se não foi dessa vez, não desanime! Ainda temos um monte de coisas legais rolando!

 

A promoção vai até 10 de Junho \o/

Boa sorte!