Promoção Revelações

E ai, pretties? Essa semana a Novo Conceito nossacomparsa anunciou o lançamento do 5º livro da série Beijada Por um Anjo, da Elizabeth Chandler. Revelações. Adivinhem o que o IYRDIW tem aqui especialmente para vocês, apaixonados por anjos?? Le kítchê lindo do livro.

Yes!

“Talvez eu nunca tenha lido o roteiro principal […], mas posso dizer o que vejo da platéia: um anjo, que perdeu seus poderes, está ocupando o corpo de um assassino e ouve vozes de demônios que estão cada vez mais próximos. Isso me diz que você cometeu um grande erro, Tristan. Agora é o momento de salvar a si mesmo.”

Lacey

Bati algumas fotos do kit, mas devo lembrar que estou SEM a minha câmera, usei a do celular mesmo. O que não melhorou em nada a minha já sofrível habilidade fotográfica. Se alguém perguntar: é um estilo pós-moderno-apocalíptico-gregoriano. As legendas são pra ajudar, vocês vão perceber.

Ok?

Agora, vocês já me conhecem bem o suficiente para saber que não vou simplesmente SORTEAR nada por aqui, vamos sofrer um pouco juntos!

O que você faria para beijar um anjo?

O autor da frase mais criativa leva um kit e nossos pensamentos positivos!

As regras são bem simples,

  • Você deve seguir o blog, é só colocar seu e-mail ali no canto direito
  • Você precisa, peloamordoolimpo, morar no Brasil
Outras coisinhas:
  •  Promoção válida até as 23h59 do dia 20 de Fevereiro;
  •  O resultado será divulgado nesta página no dia seguinte;
  •  O prêmio deverá ser enviado em até 30 dias após a resposta do ganhador com os dados para entrega.
  • Você pode preencher o formulário mais de uma vez (com uma frase diferente) se seguir @AndhromedaG no Twitter

É isso ai! Boa sorte a todos, dúvidas serão respondidas nos comments !

Promoção encerrada! Confira aqui o resultado!

xoxo

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“Esse blog é mágico” *smirking*

Hey pretties! Ganhei esse selinho especial aqui da Nats Linds, não é superlegal? Eu sei! Então confiram aí enquanto vou ali me achar bastante e já volto…

1. Linkar o blog que criou o selinho:
Biblioteca da Luh
2. Quem lhe enviou o selinho:
Vire a Página
3. E responda as perguntinhas abaixo:

Nos diga um dos livros que te tira da realidade?
Viajo com a série da Julie Kagawa: The Iron Fey.
Nos indique um livro e/ou um autor que pode nos mandar para um mundo mágico:
Licia Troisi com as Crônicas do Mundo Emerso dela.
E como seria o seu mundo mágico? Pode descrevê-lo para nós?
Além de irmos para o trabalho em vassouras ou pó de flú? Um mundo onde eu não precisaria aguentar pessoas me olhando com cara de espanto ao me ouvir dizer que prefiro ler a ver TV.
4. Repasse esse selinho para 5 blogs Mágicos:

Mundo de Tinta

A Sombra do Vento

Vire a Pagina

(sim, vou indicar ela de volta porque acho que é mágico mesmo e ponto #problems?)

Histórias na Estante

I solemnly swear that I am up to no good.

(Tumblr é blog também)

 

xoxo

Instintos Cruéis – Carrie Jones

#MarinaAvilafeelings

  • Autor: Carrie Jones
  •    Editora: Underworld
  •    Nº de Páginas: 336
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2010
  •    Título Original: Need
  •    Tradutor: Anna Death Duarte
  •    Avaliação: 7,0
Zara White suspeita que um cara estranho esteja meio que a perseguindo, de um modo bem compulsivo e obsessivo. E ela também tem uma obsessão… por fobias. E é bem verdade que ela não é mais a mesma desde que seu padrasto morreu. Mas precisava ser exilada no Maine, para morar com a avó ? Isso já parece um pouco extremo, não ? No entanto, foi uma atitude tomada com o suposto propósito de fazer com que Zara mantenha sua sanidade… porém, ela está bem certa de que o verdadeiro problema é que sua mãe não consegue lidar com ela nesse momento. Zara não poderia estar mais errada. Acontece que o cara que meio que a persegue não é um produto da sua imaginação. Na verdade, ele ainda a está seguindo, deixando para trás um misterioso rastro de poeira dourada. Algo não está certo – algo não humano – nessa cidadezinha estagnada no Maine, e todos os sinais apontam para Zara. Neste romance sinistro e cativante, Carrie Jones nos presenteia com uma boa dose de romance e suspense, além de no apresentar uma criatura que nunca havíamos pensado que deveríamos temer.
Quando o livro foi lançado, lá em Novembro de 2010, não fiquei muito empolgada com a sinopse. Juro, pensei que nem ia comprar, mas eu tenho uma coisa com coleções. Quando vejo os trabalhos da Underworld tenho vontade de tê-los, seja pela proposta, pela capa ou pelo imenso carinho (e humanidade) que o pessoal da editora tem com os livros e os leitores.

Instintos Cruéis é possivelmente um dos primeiros títulos estrangeiros no catálogo da Under, que, como muitas coisas na vida, deu seus tropeços no início.  Pequenos erros de tradução não me incomodaram muito, o problema é a forma como a estória é contada. Se Carrie Jones escrevesse tão bem diálogos quanto ela escreve as divagações internas de Zara, o livro seria muito melhor. Quero dizer, quantas vezes uma pessoa pode dizer fofo, fofinho, fofura, numa mesma conversa antes de ser considerada mucho loca?

Pois não?

Outra coisa que simplesmente não desceu foi a construção de alguns personagens. Nick Colt, le mocinho, era dito o bad boy por todos no colégio, mas, pelo menos até onde a visão de Zara alcançava, ele era um cara super bacana! O mesmo com Megan e Ian, supostamente as pessoas mais arrogantes da escola, supostamente. Ficaram muito apagados, em tons pastel, por um longo tempo.

Agora Zara, essa menina é um verdadeiro quebra-cabeças. Ela está só o pó, completamente sem chão e vontade de seguir em frente. Não é pra menos também, o padrasto paiéquemcria da moça morreu na frente dela de um ataque do coração fulminante.

Ela usa sua fixação por fobias como escudo para as situações difíceis da vida, ou seja, vamos aprender muuuitos nomes estranhos engraçados de medos.

“Coleciono medos como outros colecionam selos, e isso faz com que eu pareça mais estranha do que na verdade sou. Essa é a minha praia. Esse lance dos medos. Fobias.”

Não Zara, meu bem, nós nunca pensaríamos mal de você só por causa de uma maniazinha à toa. Nós pensaríamos muito mal de você caso insistisse em não ver o quanto o Nick gosta de você! Sim, ela passa mais da metade do livro acreditando que o cara-mais-legal-do-mundo a ODEIA. Por quê? Não sei, mulher é um bicho estranho.

Retomando!

Adorei esse lance, cada capítulo vem com uma ‘bia’ diferente (uma compilação mesmo) e lá nos cafundós do Maine, material é o que não vai faltar. Afinal de contas, tem um cara perseguindo ela. De acordo com seus novos amigos, Issie e Devyn, o tal cara tem tudo pra ser um pixie, tipo uma fada. Só que com uma sede de sangue humano aplacável apenas por uma rainha.

Quem tem tudo pra ser a Zara.

Vamos juntar isso a um ambiente bem tenebroso e gelado, adolescente sequestrados, habitantes muito estranhos, mitos, superstições, um passado familiar mal explicado e aparições um tanto quanto malignas.

Recomendo que leia esse livro a noite, sem nenhuma interferência externa. Eu queria fazer a coisa fluir, mas era interrompida constantemente pelos latidos da Luiza, uma dos TREZE cachorros com nome de gente da minha vizinha, por que essa Luiza não vai pro Canadá? Hahá #piadafail

Enfim, terminei necessitando saber o que viria a seguir e querendo mais e mais coisas sobre o mundo dos pixies, das fadas, elfos e coisas encantadas. Se você está afim de uma leitura leve, rápida e com um final marcante, vá atrás de Instintos Cruéis. Não é um livro que passará em branco.

Abaixo, a capa original e os outros volumes da série, ainda aguardando serem lançados no Brasil.

Need (Instintos Cruéis) Captivate (Cativar*) Entice (Seduzir*)

 *tradução livre.
Adorei a capa do terceiro volume, Entice, e vocês?
xo

Sabriel, A Missão da Guerreira – Garth Nix

Não dá pra ver, mas tem uma marca d’água com sinais da Ordem nela!

  • Autor: Garth Nix
  •    Editora: Rocco
  •    Nº de Páginas: 398
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2011
  •    Título Original: Sabriel
  •    Tradutor: Chico Lopes
  •    Avaliação: 9,0

Primeiro volume da série O Reino Antigo, lançamento Rocco Jovens Leitores no Brasil, Sabriel – A missão da guerreira é uma história de fantasia e aventura ambientada numa terra dividida entre a modernidade e as tradições mágicas por um enorme muro. De um lado, está a Terra dos Ancestrais, um lugar onde a razão e a tecnologia predominam; de outro, o Reino Antigo, onde vivem perigosas criaturas sobrenaturais e onde a magia impera. Neste lugar de equilíbrio frágil, apenas uma pessoa é designada para cruzar a barreira entre os dois mundos e evitar uma tragédia. Ao encontrar o corpo de um Mago da Ordem e tocar o sinal em sua testa, a jovem Sabriel acaba trazendo à vida novamente um dos Mortos Maiores. Filha de um necromante Abhorsen, cuja função é justamente colocar os mortos despertos em repouso para sempre, Sabriel não poderia imaginar que seu destino guardasse tantos desafios pela frente. Vivendo na Terra dos Ancestrais, ela se vê obrigada a voltar ao Reino Antigo, onde nasceu, quando recebe uma mensagem, a espada e as ferramentas de trabalho do pai, desaparecido. Em busca do velho pai, ela acaba descobrindo um terrível inimigo que ameaça destruir os dois lados do muro e uma perigosa missão, que não poderá recusar. A jornada de Sabriel pelo fascinante mundo da série O Reino Antigo é apenas o começo de uma inesquecível aventura, repleta de mistério, suspense e magia.

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E se Harry Potter lutasse de armadura? E se Harry Potter usasse sinos, não uma varinha? E se Harry Potter lidasse com Mortos? E se Harry Potter fosse uma garota?

Eu não enlouqueci de vez, sério. E meu mundo não se resume a Harry Potter, juro.  Tem LoR tbm

Mas Sabriel simplesmente foi se tornando muito parecido com HP, de uma forma completamente positiva e livre de plágios.

Nunca vi nada do Garth Nix, sei que ele tem outras séries, mas faltou algo que me chamasse a atenção. Sabriel logo entrou para a minha lista de must have quando li sua contra-capa, escandalosamente curta, e descobri que se tratava da minha combinação preferida: garotas badass+espadas+magia.

Quando Sabriel sai da segurança do Colégio Wyverley, ela realmente não quer pensar muito no que está por vir. As possibilidades são ruins ou muito ruins. Seu pai está desaparecido em algum lugar da Morte, o que pode significar estar apenas aprisionado (o que é péssimo já que Abhorsen é o maior necromante e Mago da Ordem do Reino Antigo plus Terra dos Ancestrais) por algum dos Mortos Maiores, ou ele pode estar morto.

Apesar de já ter lido todo o Livro dos Mortos e ter tido aulas particulares com seu pai sobre a necromancia, Sabriel sabe o quanto está despreparada para tudo aquilo. Ela tem um conhecimento básico de Magia da Ordem e se vira muito bem com uma espada em punho, mas não manja absolutamente nada sobre O Reino Antigo. Aliás, ela só percebe o tamanho da enrascada em que está se metendo quando vai cruzar o Muro, e descobre que Abhorsen não é um nome, e sim um título. É a pessoa responsável por botar os mortos para dormir, de novo.

Com todo o peso da responsabilidade de Abhorsen nas costas, Sabriel se aventura por terra, água e ar atrás de seu pai, e de quebra, aprende a correr mais rápido que criaturas que nem deveriam poder correr.

Em sua jornada ela é auxiliada por Mogget, o melhor personagem do livro sem esforço algum. Afinal de contas ele é um gato falante.

Tudo bem, a forma de gato é na verdade a prisão de um poderoso espirito da Magia Livre, que, sem poder ser destruído, foi forçado a servir o Abhorsen de cada geração eternamente. Ele é folgado e misterioso como só um gato pode ser, e por vezes até demonstra se preocupar genuinamente com Sabriel. Mas ao longo da narrativa, fui jogada em dúvidas sobre seu caráter várias vezes.

Quem também acompanha nossa heroína é a figura de proa mais sensual dos últimos 200 anos. Pedra de Toque, um ex-integrante da Guarda Real, fora encerrado ali dois séculos antes, logo após a última rainha ser assassinada. Na sua eterna vergonha por ter falhado no dever, Pedra de Toque abdicou de seu verdadeiro nome e se tornou espadachim juramentado de Sabriel, mesmo a garota não gostando nem um pouco da ideia.

Uma das coisas mais bacanas do livro, além da parte de juntar a tecnologia e a magia, foi o medinho que deu. Quero dizer, gente, os mortos se levantaram! Mesmo os espíritos malignos mais fortes e incorpóreos precisam de ajudantes, peões mesmo, para fazer o trabalho sujo. E lá vamos nós novamente, encarar aquele mar de gente apodrecida…

Sem contar os Mordauts

O Thralk

As Sombras

Ou os Mordentes.

“véi, véi”

O fim do livro vai lembrar a qualquer um que tenha lido, ou só visto o filme, Harry Potter. E vai te fazer pensar nas várias coisas semelhantes na estrutura dos dois… não, não vou falar. Quero que você leia, pois vale muito a pena! É o tipo de livro que te deixa assim depois do final:

Mein Gott, não pode ter acabado agora…

Simplesmente não vejo a hora de  ler Lirael, continuação da série O Reino Antigo.

Os sinos de um necromante, do menor para o maior: Ranna, o propiciador do sono; Mosrael, o despertador; Kibeth, o caminhante; Dyrim, a voz; Belgaer, o reflexivo; Saraneth, o aprisionador e Astarael, o expulsor. A imagem não é minha, e sim, notei que tem só 6 ali, mas são 7. Juro.

xo e bom finds

Mortal Engines – Philip Reeve

Pena que não é Hard Cover

  •  Autor: Philip Reeve
  •    Editora: Novo Século
  •    Nº de Páginas: 280
  •    Edição: 1
  •    Ano: 2011
  •    Título Original: Mortal Engines
  •    Tradutor: Eduardo Barcelona Alves
  •    Avaliação: 8,5
Mortal Engines é uma obra literária distópica, passada em um mundo pós-apocalíptico cujos recursos naturais eram cada vez mais rarefeitos e no qual a maior parte das conquistas tecnológico-científicas da humanidade se perdera após a já distante “Guerra de 60 Minutos”. Nesta realidade não mais existe o Estado Nacional e cidades inteiras acabaram sendo transformadas em veículos – as Cidades-Tração – que ainda exploram os recursos naturais continentais e consomem-se umas às outras sempre que tem a oportunidade, muito embora o planeta já tenha estabilizado seus ciclos e esta solução, agora, mais prejudique leve em direção à alguma solução. Na obra, um grupo denominado a Liga Anti-Tração, trabalha para parar as cidades, acabando com o consumo excessivo de recurso por parte das Cidades Estado e com o “Darwinismo Municipal”, conceito que deu origem às metrópoles em movimento. O romance apresenta Londres como a principal Cidade-Tração, uma sociedade dividida numerosas Guildas, das quais as mais importantes são a dos Engenheiros, dos Historiadores, dos Navegadores e dos Mercadores.

Não importou nada o quanto enrolei e enrolei. A leitura de Mortal Engines simplesmente acabou rápido demais! Foi tudo tão despretensioso e intenso que me deixou a mesma sensação que tive quando terminei o primeiro Harry Potter, ou o primeiro Artemis Fowl: ai sim, temos clássico novamente.

Certo cara blogueira, e quem é você mesmo, pra dizer o que é um clássico ou que deixa de ser?

Eu sou uma leitora empolgada, como você, meu caro chato.

O que diferencia a obra de Philip Reeve é a convicção dele em narrar o seu mundo, nosso mundo, daqui a milhares de anos. Podem falar que eu piro na batatinha de vez em quando, mas Mortal Engines me lembrou muito os livros do Júlio Verne. Por mais fantasioso e onírico que o cenário seja, ambos gastaram MUITA massa cinzenta para nos trazer a melhor visão possível daquilo que imaginaram. Nesse ponto: flawless.

A Londres de Philip Reeves continua grande, enorme, mas agora está motorizada. Milhares de anos se passaram (milhares mesmo, pois artefatos do século XXVIII são coisas de museu de história natural) e ela domina o Campo de Caça europeu. Depois que a Guerra dos 60 Minutos devastou a sociedade como conhecemos , a tecnologia digital foi extinta e os sobreviventes tiveram que aprender a se virar apenas com o vapor, como no século XIX.

Sim, temos um Steampunk.

Quem, inicialmente, acompanhamos ao longo da história é Tom Natsworthy, um aprendiz da Guilda dos Historiadores que tenta ganhar algum destaque, apesar de ser órfão e sem recursos. Porém, ele tem sua grande chance quando se encontra com o herói da cidade e o totalmente idolatrado ídolo, Thaddeus Valentine, um historiador e explorador, que viaja pelo mundo buscando old tech (tecnologia extinta) . No encontro entre o aprendiz e o herói, três coisas acontecem: Tom conhece Katherine, a bela e doce filha de Valentine; evita que o historiador seja assassinado por uma mulher louca…

Que se chamava Hester Shawn

… e descobre que não poderia saber da existência dela. Então, momentos antes Tom estava assim:

e logo depois:

Tudo porque Thaddeus Valentine, seu ídolo maior, o jogara para fora de Londres, para a morte certa. No maior e total estilo Jaime Lannister, no hit The Things I Do For  Love.

Obviamente Tom não morreu. Nem Hester Shawn, que havia se jogado um pouco antes. E, apesar de ainda acreditar que o Darwnismo Municipal era a melhor coisa desde o chocolate, o aprendiz de historiador quer que Valentine pague. E nesse ponto que ele e Hester se juntam. Ela, a verdadeira casca-grossa, caça Valentine a anos. O homem matou sua família e arruinou seu rosto deixando-a indefesa quando era só uma garotinha.

Enquanto isso, em Londres, Katherine não acreditou quando seu pai disse que estava tudo bem e que não havia nada com o que se preocupar. Depois de anos de inteira confiança e companheirismo, ele estava claramente mentindo para ela. Tudo o que sua filha queria era ajudar, mas acabou descobrindo alguns esqueletos escondidos no armário de própria casa…

oh my...

Ela alicia Bevis Pod, um aprendiz da Guilda dos Engenheiros que viu Valentine “matando” Tom, e, sem saber, os quatro jovens trabalham juntos pelo mesmo motivo: impedir o que quer que Valentine esteja planejando para Londres.

Antes que me perguntem, comumente com uma faca em mãos, o por quê da nota, se o livro é tão maravilhoso e blá, blá, blá. Senti que faltou páginas na relação do Tom e da Hester, do desprezo mortal eles passaram a amigos para sempre TÃO rápido que eu sinceramente nem vi. Sem contar que é um livro absurdamente pequeno para uma história tão complexa.

Leiam, releiam e deem de presente. Daqui a uns 20, 30 anos poderemos dizer que lemos/temos a primeira edição brasileira de Mortal Engines com o mesmo orgulho que usaremos para nos referir a Potter.

xo e boa semana!

P.S.: Eu sei que você riu do primeiro Meme!

Que venha 2012!

Atire a primeira pedra quem não olhou pro céu, na hora da virada, e pensou ‘Droga fogos de artifício, assim não vou conseguir enxergar o meteoro que vai acabar com a humanidade, nem o Niam Cat!’ Como se fosse adiantar MUITO você ter uma visão privilegiada do Fim do Mundo 2012… ao som de Niam Cat.

Olha, eu estive lá também! E a coisa mais próxima que indicasse um possível fim da humanidade, que consegui perceber, foi o funknejo na festa do vizinho. Nesse momento os Maias estão fazendo uma verdadeira have no plano espiritual deles, dando repeat nisso aqui e se acabando de rir das nossas caras! Igual ao cara que falou do bug do milênio pela primeira vez…

uops...

Retomando: feliz ano novo pra tutti mondo! Sério, de verdade! Sabe quando você tem a sensação de que uma coisa vai ser muito boa?! É essa a minha sensação em relação a 2012. Principalmente porque eu estou up pra fazer as coisas funcionarem. Piamente acredito que se nos organizarmos e nos esforçarmos conseguiremos o que merecemos, nesse ano que passou uma coisa aprendi e vou levar pra vida: deu 100%? Vá além e garanta 110%. Sempre dá pra ir além.

Como a minha maior meta para 2012, organizar e atualizar militarmente o IYRDIW, já estou pensando em novos jogos, eventos e promoções pra ‘bombar’ esse ano! Vou começar a receber selinhos também, apesar de não enternder muito essa brincadeira. Conto com a parceria de editoras e, principalmente, de blogueiros incríveis para fazermos coisas mais ultramegablastarmasteratomicasnuclerares-withlasers bacanas!

Fiquem de olho…

… e acordados!! 2012, literalmente, está só começando!

xoxo

P.S.: Trolololololololololooo… niam niam niam naim, trololololo, niam niam niam… trolo loló. Agora compreendo a previsão maia…